NUCLEAR APOSTA DE ALTÍSSIMO RISCO NUCLEAR BET OF ALTÍSSIMO RISCO

Greenpeace Brasil
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    Uma energia cara e perigosa

    A geração de energia a partir de combustível nuclear representa um grande perigo para as pessoas e o ambiente. Ela demanda maior investimento público e gera mais poluentes quando comparada às energias renováveis. Ressuscitar o Programa Nuclear Brasileiro é um retrocesso.

    Annya Pesenko é vítima do acidente na usina nuclear de Chernobyl. Ela cresceu num vila contaminada pela radiação. © Greenpeace / Robert Knoth

    Produzir energia nuclear continua sendo um problema. Anualmente, diversos acidentes são registrados ao redor do mundo. Desde a extração, até o transporte e descarte do material radioativo, a população está exposta aos riscos de doenças fatais.

    Investir em tecnologia nuclear para a geração de energia é perigoso, piora o cenário de aquecimento global e joga na privada o dinheiro dos contribuintes.

    Risco à vida

    O processo de geração de energia nuclear possui várias etapas. O minério radioativo passa por uma série de transformações em sete cidades, de três países, até se transformar em combustível para a usina nuclear. Depois de utilizado, transforma-se em lixo radioativo. Em todas essas etapas, há a possibilidade de ocorrer um acidente, contaminando água, solo, ar, além de pessoas e animais, e ainda não foi encontrado um destino seguro e permanente para esse lixo.

    A exposição ao material radioativo pode gerar nos seres humanos o desenvolvimento de câncer, má formação fetal, aborto, falência do sistema nervoso central, síndrome gastrointestinal, entre outras doenças. As instituições responsáveis pelo programa nuclear brasileiro não tomam medidas eficazes de prevenção da contaminação, colocando milhares de vidas em risco. 

    Um mundo mais quente

     Ativistas do Greenpeace em balsa flutuante com quatro turbinas eólicas simbólicas em frente às usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ,) para protestar contra os investimentos do governo brasileiro na construção de Angra 3. © Greenpeace / Alex Carvalho

    Há uma idéia corrente de que a geração de energia nuclear é livre de emissões de gases de efeito estufa. Não é bem assim. Os reatores não emitem gás carbônico diretamente, mas, no cálculo de toda a cadeia de produção – da construção da usina, extração do minério ao descarte do lixo radioativo – as emissões vão às alturas.

    A relação entre emissões totais e energia gerada faz da energia nuclear uma opção mais poluidora do que energias renováveis. De acordo com a metodologia de Storm e Smith para o cálculo de emissões, o ciclo de geração por fontes nucleares emite de 150 a 400 gCO2/kWh, enquanto o ciclo por geradores eólicos emite de 10 a 50 gCO2/kWh.

    Dinheiro mal investido

    Estudo de 2006 da Universidade de São Paulo (USP) revela que serão necessários R$9,5 bilhões e mais seis anos para a finalização de Angra 3. Com um investimento menor, de R$7,2 bilhões, seria possível construir um parque eólico com o dobro da capacidade de Angra 3, ou seja, 2.700 MW, em dois anos – sem produzir lixo radioativo, sem o perigo de contaminação e com as emissões de gases estufa quase zeradas. 

    Soluções

    - Fim da expansão do programa nuclear brasileiro;

    - Suspensão da exploração de minério radioativo;

    - Não construção da usina nuclear Angra 3;

    - Reestruturação do setor nuclear brasileiro para o uso seguro da energia nuclear com fins medicinais;

    - Investimento em geração de energias renováveis.

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    Auriberta (colaboradora do Greenpeace)

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    An expensive and dangerous energy
    The generation of energy starting from nuclear fuel represents a great danger for the people and the atmosphere. She demands larger public investment and it generates pollutant when compared to the renewable energies. To resuscitate the Program Nuclear Brazilian is a retreat.

    Annya Pesenko is victim of the accident in the nuclear power station of Chernobyl. She grew at a polluted town for the radiation. © Greenpeace / Robert Knoth

    To produce nuclear energy continues being a problem. Annually, several accidents are registered around of the world. From the extraction, until the transport and discard of the radioactive material, the population is exposed to the risks of fatal diseases.

    To invest in nuclear technology for the generation of energy is dangerous, it worsens the scenery of global heating and it plays in the toilet the money of the taxpayers.

    I scratch out to the life
    The process of nuclear energy generation possesses several stages. The ore radioactive raisin for a series of transformations in seven cities, of three countries, until changing in fuel to the nuclear power station. After having used, he/she becomes radioactive garbage. In all those stages, there is the possibility to happen an accident, contaminating water, soil, air, besides people and animals, and it still was not found a safe and permanent destiny for that garbage.

    The exhibition to the radioactive material can generate in the human beings the cancer development, bad fetal formation, I miscarry, bankruptcy of the central nervous system, syndrome gastrointestinal, among other diseases. The responsible institutions for the Brazilian nuclear program don’t take effective measures of prevention of the contamination, putting thousands of lives in risk.

    A hotter world
     Activists of Greenpeace in flotation raft with four turbines symbolic eólicas in front of the nuclear power stations of Angra dos Reis (RJ) to protest against the Brazilian government’s investments in the construction of Angra 3. © Greenpeace / Alex Carvalho

    There is an average idea that the nuclear energy generation is free from emissions of greenhouse effect gasses. It is not well like this. The reactors don’t emit carbon gas directly, but, in the calculation of the whole production chain – of the construction of the plant, extraction of the ore to the discard of the radioactive garbage – the emissions are going to the heights.

    The relationship between total emissions and generated energy does a pollutant option of the nuclear energy than renewable energies. In agreement with the methodology of Storm and Smith for the calculation of emissions, the generation cycle for nuclear sources emits from 150 to 400 gCO2/kWh, while the cycle for generators eólicos emits from 10 to 50 gCO2/kWh.

    Money badly invested
    I study of 2006 of the University of São Paulo (USP) reveals that will be necessary R$9,5 billion and more six years for the finalization of Angra 3. With a smaller investment, of R$7,2 billion, it would be possible to build a park eólico with the double of the capacity of Angra 3, in other words 2.700 MW, in two years. without producing radioactive garbage, without the danger of contamination and with the emissions of gasses greenhouse almost reduced to zero.

    Solutions
    - End of the expansion of the Brazilian nuclear program;

    - Suspension of the exploration of radioactive ore;

    - No construction of the nuclear power station Angra 3;

    - Restructuring of the Brazilian nuclear section for the safe use of the nuclear energy with medicinal ends;

    - Investment in generation of renewable energies.

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    Auriberta (collaborator of Greenpeace)

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    CONTAMINAÇÃO POR URANIO NA CIDADE DE CAETITÉ BAHIA CONTAMINATION FOR URANIUM IN CAETITÉ BAHIA’S CITY PARTE 1 PARTE 2 PARTE 3 PARTE 4 PARTE 5 CONTAMINATION FOR URANIUM IN THE CITY OF CAETITÉ BAHIA CONTAMINATION GOES URANIUM IN CAETITÉ BAHIA’S CITY BREAKS 1 PART 2 PART 3 PART 4 PART 5

    Contaminação por vazamento de uranio na cidade de Caetité Bahia.

    Até hoje, com toda a divulgação, nada aconteceu. A contaminação continua, as pessoas com cancer e outras doenças, sem assistencia, morrendo, vários processos em andamento enquanto vidas se esvaem em mais de oito municípios espalhando e estendendo a contaminação, e nada é feito.
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    COLABORADORA DO GREENPEACE NO BRASIL

    Contamination for leak of uranium in Caetité Bahia’s city.

    Until today, with all the popularization, nothing happened. The contamination continues, the people with cancer and other diseases, without attendance, dying, several processes in process while lives vanish in more than eight municipal districts spreading and extending the contamination, and nothing is made.
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    COLLABORATOR OF GREENPEACE IN BRAZIL

    O CICLO DO URANIO

    DA ONG TORTURA NUNCA MAIS OF ONG IT NEVER AGAIN TORTURES

    GRUPO TORTURA NUNCA MAIS
    Home > Notícias

    Alerta Urgente

    O Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro – GTNM/RJ vem publicamente manifestar sua preocupação com relação ao que vem ocorrendo com o servidor da Biblioteca Nacional, Silvio Bahiana.

    Como é de conhecimento de todos a Biblioteca Nacional é a 8ª maior do mundo e a maior da América Latina. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), ligada ao Ministério da Cultura (MinC), é responsável pela guarda e preservação da Memória Nacional. Toda publicação e muitas obras inéditas são lá guardadas. São mais de 9 milhões!

    O Escritório de Direitos Autorais (EDA), setor interno à FBN, tem a função de defesa do direito autoral literário. São mais de 450 mil obras registradas. A sua principal riqueza são as obras ainda não publicadas, muitas vezes exemplares únicos, frutos da criação de milhares de cidadãos brasileiros desde 1899, ano do primeiro registro, até hoje.

    Segundo informações do referido servidor público, em maio de 2009, mais de 2 mil cidadãos na fila de atendimento do EDA, foi registrado um roteiro para cinema e TV por ordens do presidente da FBN.

    Os funcionários que então gerenciavam o setor, Silvio Bahiana e Regina Santiago, denunciaram os fatos. Ainda, segundo informações do citado servidor público, em represália, sob argumentos de “esse é o jogo”, que “o presidente está acima de qualquer regra” e de que a “cadeia alimentar” (de poder) não pode permitir que um de seus segmentos questione suas ordens, estes servidores foram afastados.

    Em julho de 2009, Silvio Bahiana protocolou no Ministério da Cultura uma representação contra a direção da FBN, embasada documental e juridicamente. Além dos fatos, na representação estão citadas as normas legais infringidas pelos gestores da FBN: Constituição Federal, Direito Administrativo, Regime Jurídico Único e Código Penal Brasileiro.

    Desde fevereiro de 2010, o caso se encontra em investigação por parte do Ministério Público Federal. O servidor Silvio Bahiana está afastado de seu trabalho desde junho de 2009.

    Pelo que foi relatado, o GTNM/RJ solicita que mensagens de apoio ao servidor Silvio Bahiana sejam enviadas e que sejam feitas gestões para que a direção da FBN entre em acordo com citado servidor.

    Pela Vida Pela Paz,
    Tortura Nunca Mais!

    Rio de Janeiro, 09 de agosto de 2010
    Autoridades a serem contactadas:

    Ministério da Cultura, Ministro João Luiz Silva Ferreira (Juca Ferreira): gm@cultura.gov.br
    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Ministro Paulo Bernardo Silva: ministro@planejamento.gov.br
    Comissão de Ética Pública (Presidência da República): etica@planalto.gov.br
    Presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Sr. Muniz Sodré: presidencia@bn.br

    Publicado em: 09/08/2010

    Este site foi refor-
    mulado com o apoio financeiro
    da Comissão Européia. O conteúdo do mesmo é de responsabilidade exclusiva do GTNM/RJ e em nenhum caso deverá considerar-se que reflete os pontos de vista da Comissão Européia.

    GROUP NEVER AGAIN TORTURES
    Home > News

    He/she alerts Urgent

    The Group Never again Tortures of Rio de Janeiro. GTNM / RJ comes openly to manifest his/her concern regarding the that is happening with the servant of the National Library, Silvio Bahiana.

    As it is of knowledge of all the National Library is to 8th larger of the world and the largest from Latin America. The Foundation National (FBN) Library, linked to the Ministry of the Culture (Minc), it is responsible for the guard and preservation of the National Memory. All publication and many unpublished works are there kept. They are more than 9 million!

    The Office of Copyrights, (EDA) internal section to FBN, has the function of defense of the literary copyright. They are more than 450 thousand registered works. His/her main wealth is the works still no published, many only exemplary times, fruits of the creation of thousands of Brazilian citizens since 1899, year of the first registration, until today.

    According to information of the referred public servant, in May of 2009, more than 2 thousand citizens in the line of service of EDA, an itinerary was registered for movies and TV by the president’s of FBN orders.

    The employees that then managed the section, Silvio Bahiana and Regina Santiago, they denounced the facts. Still, according to information of the mentioned public servant, in reprisal, under arguments of “that is the game”, that “the president is above any rule” and that the “alimentary chain” cannot allow (of being able to) one of their segments to question their orders, these servants were moved away.

    In July of 2009, Silvio Bahiana recorded in the Ministry of the Culture a representation against the direction of FBN, based documental and juridically. Besides the facts, in the representation the legal norms are mentioned infringed by the managers of FBN: Federal constitution, Administrative Right, Only Juridical Regime and Brazilian Penal code.

    Since February of 2010, the case is in investigation on the part of the Federal Public prosecution service. Servant Silvio Bahiana is moved away of his/her work from June of 2009.

    For the that was told, GTNM / RJ requests that support messages to servant Silvio Bahiana are sent and that are made administrations so that the direction of FBN reaches agreement with having mentioned servant.

    For the Life For Paz,
    He/she Never again tortures!

    Rio de Janeiro, August 09, 2010
    Authorities to be contacted:

    Ministry of the Culture, I Supply João Luiz Silva Ferreira (Juca Ferreira): gm@cultura.gov.br
    Ministry of the Planning, Budget and Administration, I Supply Paulo Bernardo Silva: ministro@planejamento.gov.br
    Commission of Public (Presidency of the Republic) Ethics: etica@planalto.gov.br
    President of the Foundation National Library, Sr. Muniz Sodré: presidencia@bn.br

    Published in: 09/08/2010

    This site was refor-
    mulado with the financial support
    of the European Commission. The content of the same is of exclusive responsibility of GTNM / RJ and in any case he/she should be considered that reflects the point of view of the European Commission.

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    ESPECIALISTAS DUVIDAM DA TECNOLOGIA NUCLEAR DE PONTA DO BRASIL SPECIALISTS DOUBT OF THE NUCLEAR TECHNOLOGY OF TIP OF BRAZIL

    Especialistas duvidam de tecnologia nuclear ‘de ponta’ do Brasil
    Enviado em Terça 19 outubro ás 11:13:31
    TecnologiaEx-inspetor de armas nucleares da AIEA e presidente do Instituto para Ciência e Segurança Internacional, em Washington, diz que a ultracentrífuga de Resende “deve ser melhor do que as piores” ou é apenas “uma máquina mais ou menos”.________________________________________________________________

    Especialistas na área nuclear consultados pela rede de TV BBC no Brasil disseram duvidar que a tecnologia brasileira – que causou polêmica internacional e levou a ONU a ordenar inspeções nas instalações do país – seja de ponta, como o governo brasileiro alega.

    Os analistas dizem que a ultracentrífuga de Resende (RJ), que deverá ser verificada parcialmente pelos inspetores, “deve ser melhor do que as piores” ou é apenas “uma máquina mais ou menos”.

    De acordo com o governo brasileiro, a ultracentrífuga teria a capacidade de enriquecer urânio (usado como combustível para usinas nucleares) com o menor desgaste possível, “já que não haveria atrito entre os metais”. A máquina seria capaz de girar em uma velocidade tão alta que “flutuaria em um campo magnético”.

    “Todas as máquinas flutuam”, comentou Henry Sokolski, que trabalhou no Pentágono como chefe da equipe de não-proliferação nuclear entre 1988 e 1993 e hoje é diretor-executivo do Centro de Educação para Políticas de Não-Proliferação, em Washington.

    “Os brasileiros dizem que ela é 30% mais eficiente e que é única. Mas ela não é, provavelmente, a mais eficiente ou a mais nova. Com certeza, ela deve ser melhor dos que as piores. Mas o quanto melhor, eu não sei.”

    Sokolski destaca que não viu a centrífuga de Resende, mas tem informações vindas de pessoas que a viram.

    “Muitos especialistas dizem que a centrífuga do Brasil é similar à chamada P2, que você encontra no Irã e no Paquistão.”

    ‘Segredo industrial’

    O britânico Gary Dillon, ex-inspetor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e chefe da equipe que foi para o Iraque entre 1993 e 1999, diz que existem dois tipos de tecnologia: uma é lubrificada a óleo, raramente usada hoje em dia, e a outra, mais comum, é a eletromagnética, em que ocorre um contato direto limitado entre os metais.

    “Não é impossível que o Brasil tenha algo mais avançado. É possível que se tenha algo totalmente magnético com nenhum contato nas superfícies. Não estou sabendo que isso tenha sido feito. Fisicamente é possível, mas eu duvido.”

    O norte-americano David Albright, ex-inspetor de armas nucleares da AIEA e presidente do Instituto para Ciência e Segurança Internacional, em Washington, diz acreditar que existam tecnologias mais econômicas e rápidas do que a brasileira.

    Para ele, a ultracentrífuga de Resende “é uma máquina mais ou menos”.

    Mesmo assim, o especialista acredita que a informação sobre a ultracentrífuga deve ser guardada em sigilo.

    “As informações das centrífugas devem ser mantidas em segredo. O Paquistão roubou o design europeu nos anos 70. O Iraque estava roubando o design da Alemanha nos anos 80. O Irã fez a mesma coisa nos anos 80 e 90.”

    Mas nenhum analista falou sobre a possibilidade de que essa quebra de sigilo pudesse ocorrer com os inspetores da AIEA.

    “Isso não aconteceria com os inspetores da AIEA, mas há casos, como o notório doutor Khan (Abdul Qadeer Khan, cientista paquistanês), que roubou a tecnologia da Urenco (consórcio europeu) e a transferiu para o Paquistão. Eu acredito que os inspetores da agência estão em uma outra categoria e que as coisas estarão seguras com eles. Eles estão trabalhando em nome da ONU”, disse Steve Kidd, diretor da Associação Nuclear Mundial, em Londres.

    “Os inspetores fazem isso em várias partes do mundo e não transferem nenhuma informação. Nenhum país, inclusive o Brasil, deve, então, usar isso como desculpa para não cumprir suas obrigações com a AIEA”, disse Matt Martin, analista da Conselho de Informação de Segurança Americano e Britânico, organização independente que analisa a política dos governos na área de defesa, em Londres.

    Soberania

    O impasse quanto ao segredo industrial brasileiro, na avaliação de Albright, acabou ganhando outra proporção.

    “Acho que o que aconteceu foi que se tornou uma questão nacional. Um ponto de orgulho para o governo brasileiro por causa da maneira como isso tudo se tornou público. Mas acho que, se o Brasil não acertar um acordo com a agência nuclear, isso irá causar um conflito.”

    Sokolski acha, no entanto, que a posição do governo brasileiro em não querer mostrar parte da ultracentrífuga de Resende não contraria apenas os Estados Unidos.

    “Isso, na verdade, é o Brasil contra o resto mundo. O eles estão fazendo e é surpreendente.”

    Embora ninguém questione os fins pacíficos do programa nuclear brasileiro, os planos do Brasil para o enriquecimento de urânio devem continuar sob observação da comunidade internacional até que se chegue a um acordo com a agência nuclear.

    Os agentes da AIEA, que chegaram nesta segunda-feira ao Brasil, fazem uma inspeção em Resende na terça-feira.

    A AIEA não confirmou se essa será a última inspeção antes da autorização para o funcionamento da fábrica.

    BBC, em Londres

    Specialists doubt of nuclear technology ‘of tip’ of Brazil
    Correspondent in Tuesday 19 October ace 11:13:31
    TecnologiaEx-inspector of nuclear weapons of AIEA and president of the Institute for Science and International Safety, in Washington, says that Resende’s ultracentrífuga should be better than the worst” ones or it is just “a machine more or less.”________________________________________________________________

    Specialists in the nuclear area consulted by TV BBC’S net in Brazil said to doubt that the Brazilian technology – that caused international controversy and it took UN to order inspections in the facilities of the country – it is of tip, as the Brazilian government he/she alleges.

    The analysts say that Resende’s (RJ) ultracentrífuga, that should be verified partially by the inspectors, should be better than the worst” ones or it is just “a machine more or less.”

    In agreement with the Brazilian government, the ultracentrífuga he/she would have the capacity to enrich uranium (used as fuel for nuclear power stations) with the smallest possible wear and tear, “since there would not be attrition among the metals.” The machine would serialize capable to rotate in such a high speed that would “float in a magnetic field.”

    “All of the machines float”, it commented on Henry Sokolski, that worked in the Pentagon as boss of the team of nuclear no-proliferation between 1988 and 1993 and today he/she is director-executive of the Center of Education for Politics of No-proliferation, in Washington.

    “The Brazilians say that she is 30% more efficient and that is only. But she is not, probably, the most efficient or the newest. With certainty, she should be better of the than the worst ones. But the as better, I don’t know.”

    Sokolski detaches that he/she didn’t see Resende’s centrifuge, but he/she has information arrivals of people that saw her.

    “Many specialists say that the centrifuge of Brazil is similar to the call P2, that you find in Iran and in Pakistan.”

    ‘I whisper industrial’

    The Briton Gary Dillon, former-inspector of the International Agency of Atomic (AIEA) Energy and boss of the team that it went to Iraq between 1993 and 1999, say that two technology types exist: one is lubricated to oil, rarely used nowadays, and the other, more common, is the electromagnetic, in that happens a limited direct contact among the metals.

    “It is not impossible that Brazil has something more advanced. It is possible that something is totally had magnetic with any contact in the surfaces. I am not knowing that that has been made. Physically it is possible, but I doubt.”

    The North American David Albright, former-inspector of nuclear weapons of AIEA and president of the Institute for Science and International Safety, in Washington, says to believe that exist more economical and fast technologies than the Brazilian.

    For him, Resende’s ultracentrífuga is “a machine more or less.”

    Even so, the specialist believes that the information on the ultracentrífuga should be kept in secrecy.

    “The information of the centrifuges should be maintained in secret. Pakistan stole the European design in the years 70. Iraq was stealing the design of Germany in the years 80. Iran made the same thing in the eighties and 90.”

    But no analyst talked about the possibility that that secrecy break could happen with the inspectors of AIEA.

    “That would not happen with the inspectors of AIEA, but there are cases, as the well-known doctor Khan (Abdul Qadeer Khan, Pakistani scientist), that stole the technology of Urenco (European consortium) and it transferred her/it to Pakistan. I believe that the inspectors of the agency are in another category and that the things will be safe with them. They are working on behalf of UN”, Steve Kidd, director of the World Nuclear Association, said in London.

    “The inspectors make that in several parts of the world and they don’t transfer any information. Any country, besides Brazil, owes, then, to use that as excuse for not accomplishing their obligations with AIEA”, Matt Martin, analyst of Council of Information of American and British Safety, said independent organization that analyzes the governments’ politics in the defense area, in London.

    Sovereignty

    The impasse as for the Brazilian industrial secret, in the evaluation of Albright, it ended up winning another proportion.

    “I think the one that happened was that if it turned a national subject. A point of pride for the Brazilian government because of the way as that everything became public. But I think, if Brazil doesn’t get right an agreement with the nuclear agency, that will cause a conflict.”

    Sokolski finds, however, that the Brazilian government’s position in not wanting to show part of Resende’s ultracentrífuga doesn’t just contradict the United States.

    “That, actually, is Brazil against the rest world. The they are doing and it is surprising.”

    Although nobody questions the peaceful ends of the Brazilian nuclear program, the plans of Brazil for the enrichment of uranium should continue under the international community’s observation to that the an agreement is arrived with the nuclear agency.

    The agents of AIEA, that arrived on this Monday at Brazil, make an inspection in Resende on Tuesday.

    AIEA was not confirmed that will be the last inspection before the authorization for the operation of the factory.

    BBC, in London

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    QUARTA FROTA MENSAGEM DE GUERRA

    Quarta Frota: mensagem de guerra

    AUTOR: Raúl ZIBECHI

    Traduzido por Omar L. de Barros Filho

    Em primeiro de julho, a marinha dos Estados Unidos reativará a Quarta Frota, com a intenção de “combater o terrorismo”, as “atividades ilícitas” e enviar uma “mensagem” para a Venezuela e ao resto da região. De parte de Washington, trata-se da primeira reação de longo alcance depois do ataque ao acampamento das FARC, em primeiro de março passado, o que estremeceu o tabuleiro regional e colocou em evidência a debilidade da superpotência e o isolamento de seus aliados na região.

    O comunicado do Pentágono, emitido em 25 de abril, argumenta que a reativação da Quarta Frota – criada em 1943 para enfrentar a ameaça dos submarinos nazistas no Caribe e América do Sul, e dissolvida em 1950 – servirá para “demonstrar o compromisso dos Estados Unidos com seus sócios regionais”.

    Image:Thumb_KERNAN.jpgA frota será comandada pelo contra-almirante Joseph D. Kernan, atual chefe do Comando de Táticas Especiais de Guerra Naval, terá sua base em Mayport, Flórida, e dependerá do Comando Sul, com sede em Miami. Onze navios, entre eles um porta-aviões e um submarino nuclear, conformarão o núcleo inicial da frota.

    A decisão do Pentágono ocorre em um momento de particular tensão na América do Sul e de extrema volatilidade nos mercados de commodities. Não se deve esquecer que um terço das importações de petróleo dos Estados Unidos provém da Venezuela, México e Equador, o que converte a região em um espaço estratégico para manter a supremacia econômica e militar do principal país do planeta.

    Em segundo lugar, o império vem colhendo uma sucessão de derrotas na região. Entre as mais relevantes: o triunfo de Fernando Lugo no Paraguai, a iminente criação do Conselho Sul-americano de Defesa requerido pelo Brasil e a Venezuela, a garantia ao processo liderado por Rafael Correa no Equador, que supõe reveses para as multinacionais petrolíferas e mineiras, e a consolidação da independência econômica de países como o Brasil, que apontam para o fortalecimento de um Mercosul cada vez menos dependente das economias do primeiro mundo.

    A tudo isso devem-se somar, em terceiro lugar, as fortes tendências de instabilidade na região, como mostram as recentes revoltas no Haiti, a potente disputa pela hegemonia na Bolívia e a ofensiva de setores do grande empresariado contra o governo de Cristina Fernández, na Argentina.

    Diante deste panorama, no qual a instabilidade tende a ser mais aguda frente à feroz especulação do capital, que está provocando altas espetaculares dos preços dos alimentos, a reativação da Quarta Frota representa uma aposta em um tipo de intervencionismo de caráter aeronaval e não terrestre, como reconhece o analista conservador argentino Rosendo Fraga (A Quarta Frota e os submarinos de Chávez, 28 de abril, em Nueva Mayoría).

    Com efeito, por estar atolado no Iraque e Afeganistão, o Pentágono não dispõe de forças terrestres para “entreter” em outros teatros de operações. Daí a aposta no fortalecimento, através de meios aéreos e navais, para controlar uma região que cada vez mais se torna menos amável.

    A mobilização da Quarta Frota, porém, não é só uma advertência, mas, sobretudo, uma ameaça. Embora Hugo Chávez tenha manifestado que “o velho império já não assusta”, o que é correto no cenário geral, Washington, concretamente, segue sendo capaz de fabricar crises, como o está demonstrando estes dias na Bolívia. No país andino está se encenando uma estratégia bem planejada que pretende aprender com os “erros” cometidos na Venezuela, onde o fracasso do golpe de Estado de abril de 2002 foi a base da radicalização do processo.

    Na Bolívia, ao contrário, implementa-se uma estratégia menos estridente mas tão destrutiva como o golpismo, lastreada em uma demanda de autonomia que, na realidade, faz parte do projeto estratégico de Evo Morales, mas que é utilizada com fins opostos: em vez de empoderar os movimentos sociais e a sociedade civil, busca blindar os interesses da oligarquia crucenha e frear o processo de mudanças iniciado pelo governo de La Paz. O resultado, ainda no melhor dos cenários, é a fabricação de um processo que pode arrastar o governo de Evo para uma crise de Estado, forçando-o a negociar na baixa o programa de transformações, ou provocando sua renúncia para evitar uma guerra ou a divisão do país.

    Neste ponto, vale a pena levar em consideração as reflexões do geógrafo norte-americano David Harvey, que sustenta que o neoliberalismo se caracteriza pelo que denomina como “acumulação por despojo”, ou seja, pela apropriação de bens comuns, empresas e até estados. Em um recente artigo (O neoliberalismo como destruição criativa), Harvey argumenta que para “restaurar o poder de classe” – ameaçado por rebeliões a partir dos anos 60 – fabricam-se crises para poder impor o receituário neoliberal. Essas crises podem assumir formas muito distintas: o golpe de Estado, como no Chile em 1973; a invasão, como no Iraque; ou a ameaça de bancarrota, como foi feito com a cidade de Nova York, em 1975, para derrotar os sindicatos municipais.

    O certo é que a acumulação por despojo não pode ser feita sem violência, material ou simbólica, ou ambas, em um processo totalmente antidemocrático de imposição vertical de um modelo de sociedade. Já não se trata somente de defender os privilégios de uma classe social, como aconteceu nos 60 e 70 por meio de golpes de Estado em toda a região. Digamos que aquela era uma tática “defensiva” dos de cima para manter seus privilégios. Agora, as coisas são inteiramente diferentes: busca-se remodelar o mapa da região, e do mundo, a favor das multinacionais e do império, deslocando populações inteiras de onde há riquezas naturais ou lá onde o capital busca terras para produzir commodities mediante monoculturas. E, para isso, varrer com corrupção ou à força os governantes incomodados. A Quarta Frota é mais uma peça dessa engrenagem.

    Fonte: CubaDebate

    Artigo original publicado em 8/5/2008

    Tradução redigida em português do

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    Omar L. de Barros Filho é editor de ViaPolítica e membro de Tlaxcala, a rede de tradutores pela diversidade lingüística. Esta tradução pode ser reproduzida livremente na condição de que sua integridade seja respeitada, bem como a menção ao autor, aos tradutores, aos revisores e à fonte.

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    AO SUL DA FRONTEIRA: 26/05/2008

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    Fourth Fleet: war message

    AUTHOR: Raúl ZIBECHI

    Translated by Omar L. of Barros Filho

    In first of July, the navy of the United States will reactivate the Fourth Fleet, with the intention of “combatting the terrorism”, the “illicit activities” and to send a “message” to Venezuela and to the rest of the area. Of part of Washington, it is treated of the first reaction of long reach after the attack to the camp of FARC, in first of last March, what shook the regional board and it put in evidence the weakness of the superpower and their allies’ isolation in the area.

    The official report of the Pentagon, emitted on April 25, it argues that the reactivation of the Fourth Fleet. maid in 1943 to face the threat of the Nazi submarines in Caribbean and South America, and dissolved in 1950. it will be to “demonstrate the commitment of the United States with their regional partners.”

    Image:Thumb_KERNAN.jpgA fleet will be commanded by rear admiral Joseph D. Kernan, current boss of the Command of Special Tactics of Naval War, will have his/her base in Mayport, Florida, and you/he/she will depend on the South Command, with headquarters in Miami. Eleven ships, among them an aircraft carrier and a nuclear submarine, they will conform the initial nucleus of the fleet.

    The decision of the Pentagon happens in a moment of matter tension in South America and of extreme volatility in the commodities markets. One should not forget that a third of the imports of petroleum of the United States comes from Venezuela, Mexico and Ecuador, what converts the area in a strategic space to maintain the economical and military supremacy of the main country of the planet.

    In second place, the empire is picking a succession of defeats in the area. Enter the most relevant: Fernando Lugo’s victory in Paraguay, the imminent creation of South American Council of Defense requested by Brazil and Venezuela, the warranty to the process led by Rafael Corrêa in Ecuador, that supposes reverses for the multinationals petrolíferas and inhabitants of Minas Gerais, and the consolidation of the economical independence of countries as Brazil, that you/they appear for the invigoration of a Mercosul less and less dependent of the savings of the first world.

    To all this they should be added, in third place, the strong tendencies of instability in the area, as they show the recent revolts in Haiti, the potent dispute for the hegemony in Bolivia and the offensive of sections of the great business community against Cristina Fernández’s government, in Argentina.

    Before this panorama, in which the instability tends to be sharper front to the ferocious speculation of the capital, that it is provoking spectacular discharges of the prices of the foods, the reactivation of the Fourth Fleet represents a bet in a type of interventionism of sea and air character and no terrestrial, as it recognizes the Argentinean conservative analyst Rosendo Fraga (THE Fourth Fleet and the submarines of Chávez, April 28, in Nueva Mayoría).

    With effect, for being stalled in Iraq and Afghanistan, the Pentagon doesn’t have terrestrial forces to “entertain” in other theaters of operations. Then the bet in the invigoration, through aerial and naval means, to control an area that more and more if it turns less kind.

    The mobilization of the Fourth Fleet, however, it is not only a warning, but, above all, a threat. Although Hugo Chávez has manifested that “the old empire no longer it scares”, what is correct in the general scenery, Washington, concretely, follows being capable to manufacture crises, as it is demonstrating him these days in Bolivia. In the Andean country it is if staging a strategy well drifted that he/she intends to learn with the “mistakes” committed in Venezuela, where the failure of the coup d’état of April of 2002 was the base of the radicalization of the process.

    In Bolivia, to the opposite, a less strident strategy is implemented but as destructive as the golpismo, lastreada in an autonomy demand that, in the reality, it is part of Evo Morales’ strategic project, but that is used with opposed ends: instead of empoderar the social movements and the civil society, search to shield the interests of the oligarchy crucenha and to brake the initiate process of changes for La Paz’s government. The result, still in the best of the sceneries, it is the production of a process that can drag the government of Evo for a crisis of State, forcing him/it to negotiate in the drop the program of transformations, or provoking his/her renouncement to avoid a war or the division of the country.

    In this point, it is worthwhile to take in consideration the North American geographer’s David Harvey reflections, that it sustains that the neoliberalismo is characterized by the that denominates as “accumulation for spoil”, in other words, for the appropriation of common goods, companies and even states. In a recent article (THE neoliberalismo as creative destruction), Harvey argues that to “restore the class” power. threatened by rebellions starting from the sixties. crises are manufactured to impose the neoliberal receituário. Those crises can assume very different forms: the coup d’état, as in Chile in 1973; the invasion, as in Iraq; or the bankruptcy threat, as it was done with the city of New York, in 1975, to defeat the municipal unions.

    The right is that the accumulation for spoil cannot be made without violence, material or symbolic, or both, in a process totally antidemocratic of vertical imposition of a society model. No longer only is defended the privileges of a social class, as it happened in 60 70 through coup d’état in the whole area. Let us say that that era a “defensive” tactics of the one of top to maintain their privileges. Now, the things are entirely different: it is looked for to remodel the map of the area, and of the world, in favor of the multinationals and of the empire, moving whole populations from where there are natural wealths or there where the capital looks for lands to produce commodities by monocultures. And, for that, to sweep with corruption or to the force the inconvenienced rulers. The Fourth Fleet is one more piece of that gear.

    Source: CubaDebate

    Original article published in 8/5/2008

    Translation written in Portuguese of the

    On the author

    Omar L. of Barros Filho it is publishing of ViaPolítica and member of Tlaxcala, the translators’ net for the linguistic diversity. This translation can be reproduced freely in the condition that his/her integrity is respected, as well as the mention to the author, to the translators, to the reviewers and the source.

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    TO THE SOUTH OF THE BORDER: 26/05/2008

    PRISÕES BRASILEIRAS SOB MENTALIDADE DITATORIAL BRAZILIAN PRISONS UNDER DICTATORIAL MENTALITY

    Prisões brasileiras sob uma mentalidade ditatorial. Entrevista com José Jesus Filho PDF Imprimir E-mail
    Sex, 13 de Agosto de 2010 10:05
    IHU – Unisinos *

    O relatório “Tortura: uma experiência de monitoramento dos locais de detenção para prevenção da tortura”, lançado no início do mês pela Pastoral Carcerária, revelou que policiais e agentes públicos ainda resistem em combater a tortura nas prisões brasileiras. No topo da lista estão os estados de São Paulo e Maranhão, mas o assessor jurídico, José Jesus Filho, diz que a lista teria uma configuração diferente se todas as pastorais atuassem com mais força nesse sentido e enviassem informações sobre os casos de torturas em seus estados. Ele destaca, na entrevista que concedeu por telefone à IHU On-Line, que o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo vivem situações muito problemáticas no que diz respeito à tortura nas prisões. “Tenho certeza de que há uma mentalidade ditatorial e nós podemos verificar isso em variados fatores. Em primeiro lugar é o poder da polícia militar, que invade todos os espaços, casas, prisões, delegacias, supermercados. Ela tem um poder que é difícil de ser contida”, critica ele.

    José Jesus Filho é assessor jurídico da Pastoral Carcerária, membro da Congregação Oblatos de Maria Imaculada, graduado em Direito pela Universidade Estadual Paulista e especialista em Criminologia pela Universidade Federal de Goiás.

    Confira a entrevista.

    IHU On-Line – Quais as principais conclusões do relatório “Tortura: uma experiência de monitoramento dos locais de detenção para prevenção da tortura”?

    José Jesus Filho – A primeira e mais importante é a de que a tortura ainda existe nas prisões do país. Outra conclusão é a de que falta um mecanismo de controle dos agentes públicos responsáveis pela prevenção e repressão ao crime. Eu creio que estas duas são as conclusões mais importantes.

    IHU On-Line – Nesse momento, qual a posição do governo quanto à implementação do mecanismo nacional de combate à tortura, previsto na Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU)?

    José Jesus Filho – Os mecanismos de combate à tortura já existem. O Ministério Público e a Polícia Civil são os organismos do Estado com aparelhagens e com a função de reprimir a tortura. Embora sejam disfuncionais em alguns aspectos, os mecanismos já existem, porém precisam ser aperfeiçoados. Outra constatação no relatório é que o corporativismo ainda é a grande arma dos torturadores. Eles contam com essa ferramenta e com a resistência do aparelho repressivo do Estado em apurar os crimes. É importante ter clareza sobre isso.
    O mecanismo preventivo, que é o mecanismo de monitoramento, não tem a finalidade direta de combater o crime, mas sim de prevenção, ou seja, ele procura monitorar os locais mais violentos e constatar os fatores que levam à tortura para poder ajustar esses erros. O Brasil ratificou o protocolo facultativo na Convenção da ONU contra a tortura que prevê a criação de um subcomitê para prevenção da tortura – um mecanismo internacional de visita aos locais de contensão no mundo inteiro. O documento também prevê a criação de mecanismos preventivos nacionais. O Brasil ratificou isso em janeiro de 2007, ou seja, já se passaram mais de três anos e ainda não implementamos o mecanismo. Desta forma, o Brasil, até o momento, está descumprindo um compromisso internacional assumido.

    IHU On-Line – Por que muitos juízes e promotores ainda resistem a combater a tortura nas prisões brasileira?

    José Jesus Filho – A resistência existe por várias razões. Uma delas se deve ao fato de que as autoridades têm dificuldade em aceitar que existe tortura nas prisões brasileiras. Além disso, os agentes públicos resistem em reprimir a ilegalidade de seus colegas. Outro fator é de que uma autoridade pública depende da outra, gerando uma resistência tanto de um lado quanto de outro. Então, por exemplo, se a tortura é realizada por um policial civil, o promotor tem receio de reprimir e apurar esta tortura praticada porque, com isso, a instituição deixaria de cooperar com o Ministério Público em uma série de outros crimes.
    Há também uma razão mais antropológica – a de que o torturado, em geral, provém de camadas sociais mais baixas. Ou seja, existe uma estratificação social baseada não somente em fatores econômicos e raciais. Isso tudo leva a certa legitimação da tortura contra os mais pobres. Assim como o escravo sofria por sua indisciplina, a sociedade entende que o preso também, diante da insubordinação, pode ser torturado.

    IHU On-Line – Quais as peculiaridades das penitenciárias de São Paulo e do Maranhão têm para estarem no topo da lista de tortura dos presos?

    José Jesus Filho – Na verdade, esses estados não são nem de longe os mais torturadores. O que determinou colocar esses estados no topo foi a atuação da Pastoral Carcerária. A atuação nestes estados se voltou durante um período, principalmente de 2006 a 2009, à prevenção e combate a tortura. Já a Pastoral do Rio Grande do Sul não cooperou. Essa é a dificuldade, na verdade; nós sabemos que há tortura no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, no entanto as pastorais desses estados não informaram isso.
    Então, na verdade, estes estados que apresentam níveis altos de tortura mostram que a Pastoral atuou mais, esteve mais presente nas prisões e no combate a tortura. É verdade que SP e MA também convivem com a tortura no seu cotidiano cotidiana. O Maranhão é um estado que tem um problema de tortura muito sério, assim como o Espírito Santo.

    IHU On-Line – Podemos dizer que há uma mentalidade ditatorial ainda nas prisões onde se cometem tortura?

    José Jesus Filho – É claro. Tenho certeza de que há uma mentalidade ditatorial e nós podemos verificar isso em variados fatores. Em primeiro lugar é o poder da polícia militar, que invade todos os espaços, casas, prisões, delegacias, supermercados. Ela tem um poder que é difícil de ser contido. Outro fator: monitorar uma delegacia ou uma prisão é um trabalho muito difícil, há uma série de barreiras quase sempre com resquícios próprios do período ditatorial. Por exemplo, quando a Pastoral Carcerária quer entrar para visitar uma unidade prisional, o discurso é sempre aquele de que existem indícios de rebelião, de que se precisa manter a ordem, “não vamos permitir que ingressem na unidade porque existem riscos”.
    Os discursos do período ditatorial, quando se queria subtrair direitos, eram os mesmos. É sempre para o bem da sociedade, “para o bem da população que nós restringimos direitos e reprimimos os resignados.” O que acontece é isto mesmo: um misto de ilegalidade com ares de superioridade, típico do período ditatorial brasileiro que nós convivemos até hoje.

    IHU On-Line – Há casos de tortura contra os presos em todas as penitenciárias brasileiras?

    José Jesus Filho – Não. Embora a tortura ocorra em grande quantidade, ela não conta com a anuência de todos os agentes públicos. Há muitas unidades prisionais em que os presos são tratados com respeito, com a sua integridade física e mental preservada. Ao observar as possibilidades dos agentes públicos, eu diria até que há uma tensão entre aqueles que querem a tortura e os que se recusam a aceitar essa prática criminosa. Boa parte dos casos que chegam ao conhecimento da Pastoral foi denunciada por agentes públicos e policiais que, ao fazerem isso, muitas vezes, arriscam suas próprias vidas.

    IHU On-Line – É possível traçar um perfil das penitenciárias brasileiras?

    José Jesus Filho – Em geral não, porque cada região tem características próprias. Eu não saberia, por exemplo, falar sobre o a região sul porque as informações aqui são escassas. Já a região sudeste tem uma sociedade bastante estratificada, com uma elite privilegiada que se beneficia dos bens da sociedade e com uma massa empobrecida que é selecionada pelo poder punitivo para ser torturada. Esse é o grupo torturável.
    O Nordeste é uma região em que a administração prisional é controlada pelas oligarquias, onde o coronelismo ainda é muito forte. Já na região Centro-Oeste há uma supremacia da polícia militar, que tortura abertamente e o poder judiciário e Ministério Público não têm força para enfrentá-la.

    IHU On-Line – O que o relatório fala da questão dos suicídios nas prisões brasileiras?

    José Jesus Filho – Nós deixamos o suicídio de lado, porque ele é tema de outro debate. Sabemos que o suicídio tem aumentado naquelas unidades onde há isolamento por até 23 horas diárias. Então, nas penitenciárias federais há tentativa de suicídio quando está presente o regime disciplinar diferenciado com confinamento total. Agora, também existem os falsos suicídios, ou seja, homicídios mascarados de suicídio.

    * Instituto Humanitas Unisinos

    fonte: ADITAL

    Brazilian prisons under a dictatorial mentality. Glimpsed with José Jesus Filho PDF To print E-mail
    Sex, August 13, 2010 10:05
    IHU – Unisinos *

    The report “Tortures: an experience of monitoramento of the detention places for prevention of the torture”, thrown in the beginning of the month by the Prison Pastoral, he/she revealed that police and public agents still resist in combatting the torture in the Brazilian prisons. In the top of the list they are the states of São Paulo and Maranhão, but the juridical assistant, José Jesus Filho, says that the list would have a different configuration if all the pastorals acted with more force in that sense and they sent information on the cases of tortures in their states. He highlights, in the interview that granted for telephone to On-line IHU, that Rio Grande do Sul, Santa Catarina and Espírito Santo live situations very problems in what concern the torture in the prisons. “I am sure that there is a dictatorial mentality and we can verify that in varied factors. In first place it is the power of the military police, that invades all of the spaces, houses, prisons, police stations, supermarkets. She has a power that is difficult of being contained”, it criticizes him.

    José Jesus Filho is advisory juridical of the Prison Pastoral, member of Immaculate Maria’s Congregação Oblatos, graduate in Right for the From São Paulo State University and specialist in Criminology for the Federal University of Goiás.

    Check the interview.

    On-line IHU – Which the main conclusions of the report “Torture: an experience of monitoramento of the detention places for prevention of the torture?”

    José Jesus Filho – THE first and more important is the one that the torture still exists in the prisons of the country. Another conclusion is the one that lacks a mechanism of the responsible public agents’ control for the prevention and repression to the crime. I believe that these two are the most important conclusions.

    On-line IHU – On that moment, which the government’s position as for the implementation of the national mechanism of combat to the torture, done foresee in the Convention of the Organization of the United (UN) Nations?

    José Jesus Filho – The combat mechanisms to the torture already exist. The Public prosecution service and the Civil Police are the organisms of the State with equipments and with the function of repressing the torture. Although they are disfuncionais in some aspects, the mechanisms already exist, however they need to be improved. Another verification in the report is that the corporativism is still the torturers’ great weapon. They count with that tool and with the resistance of the repressive apparel of the State in cleaning the crimes. It is important to have clarity on that.
    The preventive mechanism, that it is the monitoramento mechanism, he/she doesn’t have the direct purpose of combatting the crime, but of prevention, in other words, he tries to monitor the most violent places and to verify the factors that take to the torture to adjust those mistakes. Brazil ratified the optional protocol in the Convention of UN against the torture that foresees the creation of a subcomitê for prevention of the torture – an international mechanism of visit to the contensão places in the whole world. The document also foresees the creation of national preventive mechanisms. Brazil ratified that in January of 2007, in other words, they already happened more than three years and we still didn’t implement the mechanism. This way, Brazil, until the moment, is descumprindo an assumed international commitment.

    On-line IHU – why many judges and do promoters still resist to combat the torture in the Brazilian prisons?

    José Jesus Filho – the resistance exists for several reasons. One of them is due to the fact that the authorities have difficulty in accepting that torture exists in the Brazilian prisons. Besides, the public agents resist in repressing their friends’ illegality. Another factor is that a public authority depends on the other, generating a resistance so much on a side as of other. Then, for instance, if the torture is accomplished by a civil policeman, the promoter has fear of to repress and to clean this practiced torture because, with that, the institution would stop cooperating with the Public prosecution service in a series of other crimes.
    There is also a more anthropological reason – the one that tortured him, in general, it comes from lower social layers. In other words, a based social bedding exists not only in economical and racial factors. That everything takes the certain legitimation of the torture against the more poor. As well as the slave it suffered for his/her indiscipline, the society understands that the prisoner also, due to the insubordination, you/he/she can be tortured.

    On-line IHU – Which the peculiarities of the prisons of São Paulo and of Maranhão they do have for us to be in the top of the list of the prisoners’ torture?

    José Jesus Filho – actually, those states are not nor from a distance the more torturers. The one that determined put those states in the top were the performance of the Prison Pastoral. The performance in these states turned during a period, mainly from 2006 to 2009, to the prevention and combat the torture. Already the Pastoral of Rio Grande do Sul didn’t cooperate. That is the difficulty, actually; we know that there is torture in Rio Grande do Sul and in Santa Catarina, however the pastorals of those states didn’t inform that.
    Then, actually, these states that present high levels of torture show that the Pastoral acted plus, it was more present in the prisons and in the combat the torture. It is true that SP and MA also live together with the torture in his/her daily one daily. Maranhão is a state that has a very serious torture problem, as well as the Espírito Santo.

    On-line IHU – can we say that there is a dictatorial mentality still in the prisons where are committed torture?

    José Jesus Filho – it is clear. I am sure that there is a dictatorial mentality and we can verify that in varied factors. In first place it is the power of the military police, that invades all of the spaces, houses, prisons, police stations, supermarkets. She has a power that is difficult of being contained. Another factor: to monitor a police station or a prison is a very difficult work, there is a series of barriers almost always with own traces of the dictatorial period. For instance, when the Prison Pastoral wants to enter to visit an unit prisional, the speech is always that that rebellion indications exist, that one need to maintain the order, we won’t allow them to enter in the unit because risks” exist.
    The speeches of the dictatorial period, when if he/she wanted to subtract rights, they were the same ones. It is always for the good of the society, “for the good of the population that we restricted rights and we repressed the resigned ones.” The one that happens is this even: a mixed of illegality with superiority air, typical of the Brazilian dictatorial period that we lived together until today.

    On-line IHU – are there cases of torture against the prisoners in all the Brazilian prisons?

    José Jesus Filho – Not. Although the torture happens in great amount, she doesn’t count with the public agents’ approval of all. There is a lot of units prisionais in that the prisoners are treated with respect, with his/her physical and mental integrity preserved. When observing the public agents’ possibilities, I would say until that there is a tension among those that want the torture and the ones that refuse to accept that criminal practice. Good part of the cases that arrive to the knowledge of the Pastoral was denounced by public agents and policemen that, to the they make that, a lot of times, they take a risk their own lives.

    On-line IHU – is it possible to draw a profile of the Brazilian prisons?

    José Jesus Filho – in general no, because each area has own characteristics. I would not know, for instance, to talk about the the south area because the information here are scarce. Already the southeast area has a society quite stratified, with a privileged elite that benefits of the goods of the society and with a mass impoverished that is selected by the punitive power to be tortured. That is the group torturável.
    The Northeast is an area in that the administration prisional is controlled by the oligarchies, where the coronelismo is still very strong. Already in the area Center-west there is a supremacy of the military police, that tortures openly and the judiciary power and Public prosecution service don’t have force to face her.

    On-line IHU – THE ONE what the report speaks about the subject of the suicides in the Brazilian prisons?

    José Jesus Filho – We left the suicide of side, because he is theme of another debate. We know that the suicide has been increasing in those units where there is isolation for up to 23 hours daily rates. Then, in the federal prisons there is attempted suicide when it is present the regime to discipline differentiated with total confinement. Now, also the false suicides exist, in other words, masked homicides of suicide.

    * Institute Humanitas Unisinos

    source: ADITAL
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    ALERTA RADIOATIVO EM SALVADOR BRASIL CARGA DE URANIO É BARRADA NO PORTO

    Alerta radioativo em Salvador: carga de urânio é barrada em porto
    Nesta página
    Notícia – 15 mai 2008
    Armazenada em precários contêineres, carga de 175 toneladas de concentrado de urânio tem como destino o Canadá, onde será enriquecido.
    zoom

    Armazenada em precários contêineres, carga de 175 toneladas de concentrado de urânio tem como destino o Canadá, onde será enriquecido.

    Uma carga de 175 toneladas de urânio proveniente de Caetité, no interior da Bahia, foi barrada esta semana no porto de Salvador até que o navio de bandeira canadense Kent Trader, responsável pelo seu transporte para o Canadá, onde será enriquecido para uso nas usinas nucleares brasileiras, seja autorizado a entrar no porto.

    O material está armazenado em contêineres precários fora da área portuária, aguardando autorização para ser embarcado.

    Segundo a imprensa da capital baiana, o navio só deverá aportar na cidade neste sábado, mas a data não foi ainda confirmada. O diretor de Operações da Companhia de Docas da Bahia, citado pelo jornal A Tarde, afirmou que só autoriza a entrada da carga no porto se for para embarcar direto. “A carga só será liberada quando o navio receber autorização para atracar”, afirmou o diretor.

    ATUALIZAÇÃO (19/05): A carga de urânio foi embarcada na noite de domingo, mas o navio Kent Trader ainda não deixou o porto de Salvador.

    A notícia fez com que o Greenpeace enviasse uma carta para os presidentes da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), da empresa Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com cópia para diversos ministérios e secretarias de Meio Ambiente de Salvador e Estado da Bahia, exigindo transparência nas atividades nucleares bem como o cumprimento das normas de segurança vigentes.

    A carta foi assinada também pelas entidades Articulação Popular São Francisco Vivo,Associação Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania,Comissão Pastoral da Terra (CPT-BA), Grupo Ambientalista da Bahia(Gamba) e Sindicato Unificado dos Trabalhadores nos Serviços Portuáriosdo Estado da Bahia.

    “Situações como a desse transporte de material nuclear na Bahia geraminsegurança na população, que não tem conhecimento de como se comportarno caso de um acidente”, disse Rebeca Lerer, da campanha anti-nucleardo Greenpeace.

    O urânio é produzido na Unidade de Concentrado de Urânio (URA) pertencente à unidade da INB em Caetité – única unidade de extração e beneficiamento de urânio em operação no país.

     

    He/she alerts radioactive in Salvador: load of uranium is obstructed in port
    In this page
    News – 15 mai 2008
    Stored in precarious containers, load of 175 tons of concentrate of uranium has as destiny Canada, where it will be enriched.
    zoom

    Stored in precarious containers, load of 175 tons of concentrate of uranium has as destiny Canada, where it will be enriched.

    A load of 175 tons of originating from uranium Caetité, inside Bahia, was obstructed this week in the port of Salvador to that the ship of Canadian flag Kent Trader, responsible for his/her transport to Canada, where it will be enriched for use in the Brazilian nuclear power stations, be authorized to enter in the port.

    The material is stored in precarious containers out of the port area, awaiting authorization to be embarked.

    According to the press of the capital baiano, the ship should only dock in the city on this Saturday, but the date still was not confirmed. The director of Operations of the Company of Docks of Bahia, mentioned by the newspaper THE Afternoon, he/she affirmed that only authorizes the entrance of the load in the port if it is to embark direct. “The load will only be liberated when the ship receives authorization to moor”, he/she affirmed the director.

    UPDATING (19/05): The load of uranium was embarked Sunday night, but the ship Kent Trader still didn’t leave the port of Salvador.

    The news did with that Greenpeace sent a letter to the presidents of the National Commission of Nuclear energy, (CNEN) of the company Nuclear Industries of Brazil (INB) and of the Brazilian Institute of the Environment and of the Renewable (Ibama) Natural Resources, with copy for several ministries and general offices of Environment of Salvador and State of Bahia, demanding transparency in the nuclear activities as well as the execution of the effective norms of safety.

    The letter was also signed by the entities Popular Articulation San Francisco Live, Association Movimento Paulo Jackson – Ethics, Justice, Citizenship, Pastoral Commission of the Earth (CPT-NANNY), I Group Environmentalist from Bahia (Skunk) and Unified Union of the Workers in the Services Portuáriosdo of Bahia.

    “Situations as the of that transport of nuclear material in the Bahia geraminsegurança in the population, that doesn’t have knowledge of as if comportarno case of an accident”, Rebeca Lerer said, of the campaign anti-nucleardo Greenpeace.

    The uranium is produced in the Unit of Concentrate of Uranium (URA) belonging to the unit of INB in Caetité – only unit of extraction and improvement of uranium in operation in the country.

    Also read:

    22 years after the accident of Chernobyl, nuclear industry continues stalled in accidents and incompetence

    Senate approves for life pension for victims of the accident of the cesium 137 in Goiânia

    Energy of the nuclear power stations of Angra causes millionaire damage to Caverns.

     

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    CATÁSTROFE NUCLEAR TEM DESDOBRAMENTO NO JAPÃO

     

    Catástrofe Nuclear desdobrando no Japão, Escoando Contaminação Radioativa Revelando uma catástrofe nuclear nenhum Japão, vazamento de com de radioativa de contaminação
    Assuntos de políticas / ambiental
    Arruine 16, 2011 – 09:57 AM
     Política / Questões Ambientais
    16 de março de 2011 – 09h57
     
    Por: Washingtons_Blog Por: Washingtons_Blog

     Kyodo Notícias relatórios: Uma crise nuclear ao tremor-golpe Fukushima Não. 1 planta nuclear afundou terça-feira como explosões frescas aconteceram no local e seu operador disse água em uma armazenagem de piscina gastada que varas de combustível nucleares podem estar fervendo, um sinal ominoso para a liberação de materiais radioativos de alto nível do combustível. Relatórios de notícia de Kyodo: Uma crise com nuclear o bateu em Nenhum. Fukushima-tremor 1 usina aprofundou nuclear terça-feira como novo explosões ocorreram nenhum e seu operador disse que local um água em uma piscina armazenar barras de combustível fervendo de estar de pode nuclear, um mau sinal para lançamento do de contralto nível materiais radioactivos fazem combustível.

    Tóquio Power Elétrico Co. disse o nível de água na armazenagem de piscina as varas de combustível gastas a seu Fukushima Não. 1 planta nuclear é Não. 4 reator pode ter derrubado, enquanto expondo as varas. Uma Tóquio Power Elétrico Co. que de disse o nível da água na piscina armazenar como barras de combustível irradiado na sua Não. Fukushima uma usina nuclear faça número de reator 4 caído de ter de pode, expondo como apressa.

    A empresa disse que ainda não confirmou o nível de água atual ou temperatura de água na piscina e tentará verter água na facilidade de quarta-feira por buracos que foram criados o partidário mais cedo uma explosão terça-feira nas paredes do edifício que casas o reator. Um empresa disse que ainda não confirmou nível do de água corrente ou temperatura da água na piscina e vai tentar deitar água na instalação de quarta-feira através de buracos que foram criados na sequência de explosão de uma nenhum início terça-feira paredes de nas fazem abriga de que de edifício reator do.

    A menos que as varas de combustível gastas sejam esfriadas abaixo, eles poderiam ser danificados e ser emitidos substâncias radioativas. Um que de menos como barras de combustível irradiado são refrigerados para baixo, eles podem ser danificados e emitem substâncias radioactivas.

    *** ***

    A utilidade disse que não pudesse negar a possibilidade que a explosão de começo matutina foi causada através de hidrogênio gerada por uma reação química que envolve o combustível nuclear gasto exposto e vapor. Um empresa disse que não podia negar uma possibilidade de que um explosão da manhã foi causada pelo hidrogênio gerado por uma reação química envolvendo o exposto combustível irradiado nuclear vapor de e.

    Mas não é só número de reator 4. Não de Mas só de é o reator número 4. Kyodo Notícias notas: notas Kyodo Notícias:

    Edano disse temperaturas de água nas piscinas ao Não. 5 e Não. 6 reatores ao Fukushima plantam tem subido como bem. Edano disse que como temperaturas da água nas piscinas, nenhum n º 5 e n º 6 da de reactores central de Fukushima têm vindo um também de subir.

    *** ***

    A agência disse entre os três, a situação é o severest ao Não. 4 reator porque todas as varas de combustível são armazenadas na piscina devido à mudança da mortalha do reator. Um que de disse de agência entram em três dos, uma situação é mais sepultura não faz nenhum reator número 4, todas de porque como barras de combustível são armazenados na piscina devido mudança de à fazem reator de mortalha. Ao não. 5 e Não. 6 reatores, até um terço das varas está sendo mantido nas piscinas. Nenhum n º 5 e n.. º 6 reatores, até um terço das varas estão sendo mantidos nas piscinas. O mais varas de combustível que são mantidas em uma piscina, as substâncias mais radioativas poderiam ser emitidas. Como apressa mais combustível que são mantidas em uma piscina, como substâncias mais radioactivos podem ser emitidas.

    Ver por que este é tal um desenvolvimento ominoso, me deixe prover algum fundo. Para este de porque de ver é um desenvolvimento de sinistro de um, deixem-eu informações de algumas de fornecer.

    As Washington Poste notas: O Washington assinala de Poste :
    À unidade de Fukushima Daiichi 40-ano-velha 1, onde uma explosão sábado destruiu um alojamento de edifício o reator, a piscina de combustível gasta, conforme desígnio Elétrico Geral, é colocada sobre o reator. Uma unidade 40-ano-velha de Fukushima Daiichi 1, explosão de uma donde de sábado destruiu um edifício fazem reator, uma piscina de irradiado de combustível, com de conformidade de em o projetam da Geral Elétrico, é colocado em cima fazem reator. Tóquio Electric disse que estava tentando para entender como manter níveis de água nas piscinas, indicando que os sistemas de segurança normais tinham estado lá, também. Uma Tóquio disse que estava tentando descobrir como manter os níveis Elétrico de piscinas de nas de água, indicando que os sistemas de normais de segurança, também de tinha de não. Fracasso para manter água adequada nivela em uma piscina conduziria a um fogo catastrófico, disse os peritos nucleares, algum de quem pensam que unidade fora da que 1′s piscina pode ser agora. Deixar de adequados de níveis de manter de água em uma piscina levaria um catastrófico de incêndio de um, disse que os especialistas nucleares, algumas das quais acho que uma unidade da piscina pode ser ágora de foros.

    “Isso estaria como Chernobyl em esteróides”, disse Arnie Gundersen, engenheiro nuclear aos Sócios de Fairewinds e um sócio do painel de omissão público para o Vermont ianque planta nuclear que é idêntico ao Fukushima Daiichi unidade 1. “Isso seria como Chernobyl em esteróides”, disse Gundersen Arnie, engenheiro de um em nuclear membro de e de Fairewinds Associados fazem painel de para de pública de supervisão uma usina nuclear de Vermont ianque, que idêntico de é unidade de à de Fukushima Daiichi 1.

    Pessoas familiar com a planta dita há sete piscinas de combustível gastas a Fukushima Daiichi, muitos deles empacotaram densamente. Pessoas familiarizadas com uma planta, disse que há sete piscinas de em de gasto de combustível Fukushima Daiichi, densamente de delas de muitas.

    Gundersen disse a unidade 1 piscina poderia ter até 20 anos de varas de combustível gastas que ainda são radioativas. Gundersen disse que uma unidade de uma piscina poderia ter tanto quanto 20 anos de barras de irradiado de combustível, que ainda são radioativos.

    NPR provê o gráfico seguinte, enquanto mostrando o combustível gasto agrupa ao topo dos reatores: Fornece de NPR gráfico do um seguir, mostrando como piscinas de irradiado de combustível nenhum reatores de dos de topo:
    Por favor compare o local do combustível gasto agrupa (perto do roofline) no gráfico de NPR com a fotografia seguinte: Por favorecem, compare um piscinas de das de localização de na de irradiado (perto fazem teto) de combustível NPR gráfico com um seguinte de fotografia:

    Em alguns dos reatores – especialmente esses à direita da fotografia – a área na qual as piscinas de combustível gastas ficam situadas parece ser danificada severamente. Em alguns dos reatores – aqueles de especialmente à direita da foto – um que de em de área como piscinas de combustível irradiado estão localizados parece ser severamente danificado.

    Frank N especialista nuclear. von que Hippel explicou em MSNBC que calor libertaria toda a radioatividade nas varas de combustível gastas, de forma que nós poderia adquirir um pior caso” até mesmo enredo” se nós nunca tivermos um Chernobyl-como fundição: perito Frank N nuclear. von explicou de Hippel à que de MSNBC o calor iria libertar todos os radioactividade nas barras de irradiado de combustível, para que pudéssemos obter um “cenário de pior”, mesmo que nunca tenhamos um colapso como de Chernobyl:

    (10 minutos começando em vídeo). (Em de Começando 10 minutos de vídeo).

    O Monitor de Ciência cristão escreve: O escreve de Monitor de Ciência cristão :
    Uma característica particular do 40-ano Mark Elétrico Geral velho 1 Ebulição Água Reator modelo. como os seis reatores no local de Fukushima. é que cada reator tem uma piscina de gasto-combustível separada. Uma característica particular faz antigo Geral Elétrico de 40 anos o Mark 1 Ebulição Água Reator modelo – como os seis reatores nenhum local Fukushima – é que cada reator tem uma piscina de separado de combustível. Estes sentam perto do topo de cada reator e adjacente a isto, de forma que guindastes pode remover combustível gasto do reator e depositar isto em uma natação-piscina-igual estrutura concreta perto do topo do recipiente de reator, dentro de cada edifício de reator. Estes sentar-se perto fazem topo de reator de cada adjacente de e mesma de à, de que de modo como removedor de pode de gruas combustível do fazem reator e depositá-eis estrutura de uma de em de natação de piscina como concerto perto fazem topo fazem vaso fazem reator, nenhum interior de prédio de cada faz reator.

    Se as explosões de hidrogênio danificassem essas piscinas. ou sistemas precisaram os manter esfrie. eles poderiam se tornar um problema grande. Se como explosões de danificado de hidrogênio como piscinas – ou sistemas necessários para mantê-los frescos – eles podem se tornar um grande problema. Piscinas de gasto-combustível mantendo esfriam é crítico e poderia ser potencialmente um até mesmo problema mais severo que uma fundição de reator, alguns peritos dizem. Piscinas de Mantendo-combustível é legal e pode potencialmente ser um problema ainda mais sepultura fundamental faz fusão de uma de que fazem reator, especialistas de alguns de dizem. Se drenos de água fora, o combustível gasto poderia produzir um fogo que libertaria quantias vastas de radioatividade, os peritos nucleares e os ativistas antinucleares advertem. Se uma água é drenada para foros, o combustível irradiado pode produzir um incêndio que liberaria enormes quantidades de radioactividade, nucleares de especialistas dos e de ativistas anti-nucleares avisar.

    “Deveria haver muito mais atenção paga às “piscinas de gasto-combustível, diz Arjun Makhijani, engenheiro nuclear e presidente do Instituto de poder antinuclear para Energia e Pesquisa Ambiental. “Deve haver muito mais atenção paga às piscinas de “irradiado de combustível, diz Arjun Makhijani, engenheiro de um presidentes de e nucleares fazem poder Instituto antinuclear de Pesquisas Energéticas e Ambientais. “Se há uma perda completa de retenção [e assim a água dentro de], pode pegar fogo. Há uma quantia enorme de radioatividade dentro. muito mais que está dentro dos reatores. Os reatores estragados são menos provável esparramar as mesmas quantias vastas de radiação que Chernobyl fez, mas um fogo de piscina de gasto-combustível pôde muito bem produza dano semelhante para ou até maior que Chernobyl.” “Se há uma completa perda de contenção [e, portanto, um dentro de água], que pode pegar fogo Há uma enorme quantidade de radioatividade nenhum interior -.. Mais de Muito fazem que está dentro dos reatores Os reatores danificados são menos propensos um espalhar um vasta de quantidade de mesma de radiação de Chernobyl, excêntrico de que, mas um incêndio piscina de irradiado de combustível, pode muito bem produzir danos similares ou até maior fazem que Chernobyl. ”

    Mas outro cientista disse enquanto as piscinas de gasto-combustível tiverem capacidade por volumes altos de material radioativo, a quantia de combustível poderia ser atualmente na piscina de gasto-combustível menos que amplamente acreditou, ele só viu exibição sobre como muito combustível gasto na piscina vulnerável baseado em dados como contido no reator. Mas um outro cientista disse que, piscinas de embora fazem gasto de combustível tem capacidade para volumes de grandes de radioativo material, uma quantidade de atualmente de combustível nenhum gasto de piscina de combustível pode ser menor fazem acreditava de se de que, com nos dados mostrando que ele viu apenas básico máximo do de combustível irradiado na piscina vulneráveis, contida nenhum reator.

    A Nação nota: Um notas de Nação :
    Se as varas gastas começarem a queimar, seriam libertadas quantias enormes de material radioativo na atmosfera e dispersariam pelo Hemisfério Do norte. Se como apressa de começar de gastos um queimar, quantidades de enormes de radioativo seria liberado para material uma atmosfera e se dispersam por todo o Hemisfério Norte.
    Ao contrário os reatores, piscinas de combustível gastas são not.repeat not.housed em qualquer tipo de estruturas de retenção endurecidas ou lacradas. Ao contrário dos reatores, piscinas de são de não de combustível, repito, não alojados em qualquer tipo de estruturas de contenção endurecidas ou selados. Bastante, as varas de combustível são firmemente junto acumuladas em piscinas de água que é freqüentemente várias histórias sobre chão. Em vez disso, como barras de combustível são embaladas firmemente junto em poças de água, voam sozinho que muitas vezes várias histórias acima.

    “Com estragado [vara de combustível] piscinas, nós estamos falando sobre coisas que nunca eram considerado uma ameaça acreditável”, disse Alvarez. “Danificado de Com [Combustível Rod] piscinas, estamos um falar de coisas que nunca foram considerados uma ameaça credível”, disse Alvarez.

    Aileen Mioko Smith, diretor de Green Action Kyoto, Fukushima se encontrado plantam e funcionários do governo em agosto 2010. Aileen Mioko Smith, diretor de Ação Verde Kyoto, reuniu-se planta de Fukushima funcionários de e fazem agosto de em de governo de 2010. “Na planta eles pareciam despedir nossas preocupações sobre piscinas de combustível gastas”, disse Mioko Smith. “Na fábrica eles pareciam ignorar como preocupações de nossas piscinas sóbrio de “irradiado de combustível, disse Mioko Smith. “Na prefeitura, eles estavam muito preocupados mas não tiveram nenhum plano para como lidar com isto.” Prefeitura de Na”, eles estavam muito preocupados, mas não tinha um plano para sabre como lidar com isso.”

    Notavelmente, isso é o norm.both no Japão e nos Estados Unidos. Notavelmente, que é uma norma, tanto nenhum Japão nos de e Estados Unidos. Combustível gastado agrupa a Fukushima não é equipado com sistemas de água-circulação posteriores ou geradores de auxílio para o sistema de água-circulação que eles têm. piscinas de em de irradiado de combustível Fukushima não estejam equipados com sistemas de auxílio de circulação de geradores de ou de água de para posterior sistema do de circulação de têm de que de água.

    A mesma falha de desígnio exata está em lugar a Vermont ianque, uma planta nuclear do mesmo desígnio de GE como os reatores de Fukushima. Uma falha de projeto exatamente de é mesmo do nenhum lugar de Vermont ianque, usina de uma nuclear faça projeto GE mesmo que os reatores de Fukushima. A Fukushima cada reator tem entre 60 e 83 toneladas de varas de combustível gastas armazenadas próximo a eles. Tem de reator de cada de Em Fukushima entram em 60 e 83 toneladas de barras de combustível irradiado armazenado ao lado deles. Vermont ianque tem um cambaleando 690 toneladas de varas de combustível gastas em local. Vermont ianque escalonamento de um de tem 690 toneladas de barras de irradiado de combustível nenhum local.

    Os ativistas de segurança nucleares nos Estados Unidos conheceram estes problemas muito tempo e buscaram os ter se dirigido repetidamente. segurança de ativistas nos nuclear Estados Unidos há muito tempo conhecido destes problemas e têm procurado várias vezes para tê-los resolvidos. Pelo menos adquira geradores posteriores para as piscinas, eles imploraram. menos de pelo, geradores dos de obter de para posterior como piscinas, implorou de que. Mas a toda volta empurrou a indústria atrás e a Comissão Regulador Nuclear (NRC) regeu constantemente a favor de donos de planta em cima de comunidades locais. Mas um momento de cada um indústria tem empurrado para trás, e que um em de decidiu de sempre Nuclear (NRC) de Comissão Reguladora favorecem que usineiros de dos ficam sóbrio como locais de comunidades.

    Depois das 9/11 o assunto de varas de combustível gastas teve tração momentânea novamente. Após 9 / 11 problema do de barras de combustível irradiado novamente tinha tração momentânea. Numerosos grupos de cidadão solicitaram e pressionaram o NRC para proteções aumentadas das piscinas. Grupos de Numerosos de protestavam de cidadãos pressionou de e o para de NRC proteção reforçada das piscinas. Mas o NRC julgou “a possibilidade de um ataque terrorista…especulativo e simplesmente muito longe removeu do natural ou esperou conseqüências de ação de agência.” Assim nada era até mesmo done.not a provisão de sistemas de água-circulação posteriores ou sistemas de poder-geração de emergência. Mas o considera de NRC “uma possibilidade de terrorista de ataque de um… especulativas e simplesmente demasiado afastadas como conseqüências naturais ou esperados da ação da agência.” Assim, feito de foi de nada, mesmo de nem fornecimento do de sistemas de auxílio de circulação de ou de água de energia de sistemas de emergência de geração.

    Semelhantemente, A favor de pontos de Publica fora: Da mesma forma, um Profissional aponta de Publica :

    As plantas daquele desígnio também armazenam combustível gasto altamente radioativo em piscinas fora da estrutura de retenção protetora que cerca o próprio reator. Como plantas de que o projeto também armazenar combustível altamente radioativo gasto em piscinas de estrutura de da de foros de contenção protetora que envolve o próprio reator.

    Oponentes de poder nuclear advertiram durante anos que se estas piscinas escoam, ou sem querer ou ataque terrorista, poderia conduzir a um fogo e uma liberação catastrófica de radiação. Os opositores da energia têm alertado há anos que se estes fuga nuclear de piscinas, por acidente ou ataque terrorista, levar de poderia de que um incêndio de um e uma liberação catastrófica de radiação.
    *** ***

    A indústria nuclear diz medos sobre as piscinas de armazenamento em plantas de EUA é overblown porque as piscinas são protegidas e, até mesmo se combustível é exposto ao ar, a chance de um fogo é inacreditavelmente pequena. Uma indústria diz que os temores nuclear conjuntos dos sóbrio de armazenamento em instalações dos EUA são exageradas, pois como protegidos de são de piscinas e, se de mesmo o combustível estiver exposta ao ar, uma chance de incêndio de um é incrivelmente pequeno. E com informação limitada que é libertada sobre condições a Fukushima, o estado de piscinas de combustível gastas é incerto. E com informação limitada ficam sóbrio como condições de na de liberado de ser Fukushima, estatuto do de piscinas de irradiado de combustível, incerto de é.

    *** ***

    A Fukushima, estes tanques são prendidos o fora da estrutura de retenção do reator. Em Fukushima, estes tanques são ligados à parte externa da estrutura fazem reator de confinamento. As piscinas estão fundas. tipicamente o combustível mente debaixo de 25 pés de água. Como profundas de são de piscinas – normalmente, o combustível está choram 25 metros de água. Embora a retenção de concreto-e-aço é projetada para apanhar vazamentos de radiação, não há nenhuma tal proteção para piscinas fora. Embora uma contenção de concerto aço de e, destina-se um fugas de armadilha de radiação, não há essa proteção para exterior de piscinas.

    *** ***

    Muitas plantas têm operado durante 20 anos e tiveram toneladas de combustível usado em piscinas refrescantes. Muitas plantas têm funcionado por 20 anos e tenho toneladas de combustível usado em piscinas de resfriamento.

    A preocupação é que se a água nas piscinas já gotas também mogem, o zircônio que reveste isso segura as pelotas de combustível radioativas começariam a aquecer e eventualmente queimadura. Uma preocupação é que se um água nas piscinas sempre cai muito baixo, revestimento do de prende de que de zircônio como pastilhas de começar de radioativo de combustível um aquecer e, finalmente, gravar. E se fizesse, a fumaça do fogo poderia levar radiação longe da planta porque a piscina está fora da retenção. E se isso acontecesse, uma fumaça faz levar de poderia de fogo uma radiação de planta de da de distância, pois uns foros de está de piscina fazem confinamento.

    “Pessoas deveriam estar muito preocupadas porque o NRC [Comissão Regulador Nuclear] reconheceu isso gastado piscinas de combustível que não ficam situado dentro da retenção têm o potencial para causar acidentes catastróficos”, disse Diane Curran, um advogado que representou grupos ambientais e governos em desafios abastecer planos de armazenamento. “Como pessoas devem estar muito preocupados, porque o NRC [Comissão Regulador Nuclear] os de que de reconheceu agrupa de combustível irradiado que não estão localizados dentro faça confinamento tem potencial para “catastróficos de acidentes de causar, disse Diane Curran, um advogado que tem representado os grupos ambientalistas e governos em desafios para planos de armazenamento de combustível.

    “Estes não são “acidentes de alto-probabilidade, Curran disse, “mas nós vimos como acidentes de baixo-probabilidade podem acontecer.” “Estes não são acidentes de “probabilidade de alta, disse Curran, “mas nós vimos como acidentes de baixa probabilidade pode acontecer.”

    Depois do setembro. 11 ataques terroristas, Congresso pediu às Academias Nacionais estudar a vulnerabilidade de combustível gasto a um ataque terrorista. Após o 11 de terroristas de ataques de setembro, o Congresso pediu ao Academias Nacionais para estudar uma vulnerabilidade de para de irradiado de combustível terrorista de ataque de um.

    O resultando 2005 relatório, “Segurança e Segurança de Comercial Gastaram Armazenamento de Combustível Nuclear”, concluiu que “um ataque que parcialmente ou completamente escoa a piscina de combustível gasta de uma planta poderia ser capaz de começar um fogo de alto-temperatura que poderia libertar quantidades grandes de material radioativo no ambiente.” O resultado relatório de 2005, “Segurança e Comercial combustíveis irradiados de armazenamento”, que de concluiu “um ataque que parcialmente ou completamente drenos piscina de planta de uma fazem combustível irradiado pode ser capaz de incêndio de um de iniciar de alta temperatura que poderia liberar grandes quantidades de radioativo material nenhum ambiente de meio. ”

    O relatório achou que a vulnerabilidade do combustível gasto para incendiar depende em como velho é e como é armazenado. O relatório constatou que uma vulnerabilidade faz combustível irradiado ao fogo depende de quantos anos ela tem e como ele armazenado de é. Como as idades de combustível, esfria, assim fica menos suscetível a um fogo. Como como idades de combustível, esfria dele, por isso fica menos suscetível um incêndio de um.

    “O padrão de indústria é aquele combustível que é mais velho que podem ser secar-armazenados” cinco anos, disse Kevin Crowley, diretor do nuclear e tábua de radiação para o Conselho de Pesquisa Nacional, parte de Academias Nacionais. “O padrão da indústria que de é o combustível que mais de é de cinco anos podem ser armazenadas um seco”, disse Kevin Crowley, diretor fazem conselho e da radiação para nuclear o Conselho Nacional de Pesquisa, que faz parte das Academias Nacionais.

    O relatório recomendou que os passos de objeto pegado de indústria nucleares para diminuir a vulnerabilidade do armazenamento agrupem para incendiar. O relatório recomendou que uma indústria para de medidas de tomar nuclear diminuir que um dos de vulnerabilidade agrupa de para de armazenamento fogo do. Alguns desses passos são classificados, Crowley disse. Algumas dessas etapas são classificadas, disse de Crowley. Mas ele disse outros, como fabricação seguro havia mangueiras de fogo ou sistemas de spray sobre as piscinas, era bem simples. Mas ele disse que outros, como ter certeza que não havia mangueiras de ou de incêndio de sistemas de pulverização ficam sóbrio como piscinas, simples de bastante de foram.

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    TRISTE COMEMORAÇÃO DO DIA DAS ÁGUAS SAD COMMEMORATION OF THE DAY OF THE WATERS


    BA TV – Moradores do município de Caetité estão preocupados com o alerta da organização não-governamental Greenpeace para a presença de urânio na água consumida pela população. Pessoas tem passado a utilizar somente água mineral como fonte potável. Órgãos de meio-ambiente do governo estão acompanhando o caso com atenção. Mais vídeos, acesse

    È triste a nossa comemoração para o dia das águas.
    Não pode ser pior quando já anunciam a falta de água potável no mundo.
    Portanto NADA A COMEMORAR, APENAS ESTA POSTAGEM ILUSTRADA POR VÍDEOS.
    AURIBERTA E O MUNDO

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    NANNY TV – Residents of the municipal district of Caetité are concerned with the alert of the no-government organization Greenpeace for the presence of uranium in the water consumed by the population. People have past to use only mineral water as drinkable source. Organs of the government’s middle-atmosphere are accompanying the case with attention. More videos, access

    Sad È our commemoration for the day of the waters.
    It cannot be worse when they already announce the lack of drinking water in the world.
    Therefore ANYTHING to COMMEMORATE, JUST THIS CULTURED POSTAGE FOR VIDEOS.
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    O CONTRABANDO DE URÂNIO NO BRASIL

    O contrabando do urânio brasileiro

    Investigação secreta da Polícia Federal desvenda quadrilha que extrai e envia material radioativo para fora do País

    Por Rodrigo Rangel – Enviado especial a Macapá e Porto Grande (AP)

     

    Em julho de 2004, a Polícia
    Federal apreendeu no interior
    do Amapá, na caçamba de uma caminhonete, 18 sacas de um
    mineral granulado escuro muito mais pesado do que aparentava ser. O material, examinado depois nos laboratórios da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), era um composto de urânio e tório, minérios altamente radioativos que abundam em jazidas encravadas no extremo Norte brasileiro. Estava ali o fio da meada para a descoberta de uma das mais obscuras máfias em atuação no País, com braços internacionais e especializada na extração clandestina e na comercialização ilegal de urânio. Nas duas últimas semanas, ISTOÉ avançou nesse explosivo terreno. Conheceu a realidade das minas onde garimpeiros põem suas vidas em risco, expostos à radiação, e desvendou uma investigação que, até aqui, vinha sendo tratada como segredo de Estado. São centenas de horas de gravações telefônicas feitas pela polícia que revelam por dentro o funcionamento da máfia, desde a extração do minério nos garimpos situados em plena selva amazônica até as negociatas encabeçadas por quadrilhas que exportam o urânio para clientes tão misteriosos quanto elas próprias – e, muitas vezes, com o respaldo de autoridades constituídas e políticos. Além de brasileiros, estão sob a mira das polícias irlandesa, russa e alemã supostos integrantes de uma conexão que, segundo os investigadores, estaria levando o minério para países da Europa, Ásia e África, em particular a Rússia e a Coréia do Norte. O Palácio do Planalto já recebeu o alerta de que, daqui, o urânio pode estar indo parar, também, nas mãos do terrorismo internacional.

    No rastreamento da teia de relações mantidas pelos traficantes, a polícia chegou
    ao nome de Haytham Abdul Rahman Khalaf, libanês apontado como o elo com o grupo extremista islâmico Hamas. Na ponta brasileira da trama, até agora a Polícia Federal já identificou três grupos especializados no tráfico de urânio. Todos com base em Macapá. O principal deles tem como testa-de-ferro o empresário João
    Luís Pulgatti, dono de um pool de empresas de mineração que consegue autorização oficial para pesquisar jazidas de ouro, mas que, na prática, explora e negocia minério radioativo. Por trás de Pulgatti está John Young, 58 anos, irlandês naturalizado canadense que diz representar no Brasil os interesses de uma companhia internacional de mineração. A partir de 2004, Young passou a ser
    sócio das empresas de Pulgatti. De olho nas jazidas e com dólares para investir, a parceria do estrangeiro com o brasileiro avançou. Em agosto do ano passado, o canadense destacou um geólogo para visitar minas no Amapá. Queria comprar uma área de mil hectares que, segundo as conversas grampeadas pela polícia, guarda nada menos que 50 mil toneladas de minério radioativo. Provavelmente de tório e urânio. “Pode mandar o seu pessoal lá checar, trazer amostras e analisar”, diz o dono da área a Pulgatti, encarregado de cuidar das negociações. Pelas terras, o grupo pagaria US$ 1,2 milhão. As escutas revelam que, fora os planos para ampliar a exploração direta de urânio, a dupla tem toda uma estrutura para comprar minério radioativo. Espalha garimpeiros em lugares estratégicos e tem preferência na compra do que for encontrado. Segundo a polícia, outro grupo especializado na aquisição de urânio é encabeçado por Robson André de Abreu, dono de madeireiras, de uma mineradora e de um conhecido restaurante de Macapá. A exemplo de Pulgatti, ele possui uma rede de fornecedores de urânio. O terceiro “grupo criminoso”, como escrevem os agentes nos relatórios secretos obtidos por ISTOÉ, é chefiado por um homem até agora identificado apenas como Nogueira. Ao longo da investigação, os policiais descobriram que o negócio é infinitamente maior que aqueles 600 quilos apreendidos há quase dois anos. Nas escutas, surgem negociações de até dez toneladas.

    A máfia do urânio também tem um braço no poder público. Os grampos da Polícia Federal registraram conversas em que o geólogo José Guimarães Cavalcante, braço direito de João Pulgatti, revela o auxílio de um senador da República para desencravar no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em Brasília, um processo em que se buscava autorização para pesquisa de minério. O senador em questão é Papaléo Paes, do PSDB do Amapá. “Ele (um advogado de nome Luís Carlos) ia falar amanhã com o Papaléo pra pedir pra ele ver se segunda-feira ele vai logo lá falar com o diretor-geral (do DNPM), porque assim ele manda publicar isso”, diz Guimarães a um interlocutor, de nome Édson. Mais adiante, ele festeja: “O caminho do doutor Papaléo foi exatamente os orixás que abriram para solucionar o meu problema.” Também conhecido como Zé do Mapa, José Guimarães já foi diretor do distrito do DNPM no Amapá. Acabou afastado após investigação da própria Polícia Federal. Ao mesmo tempo que ocupava o cargo, ele era dono de garimpos no Estado. O atual diretor do distrito, João Batista Picanço Neto, é outro que foi sugado para dentro da investigação. Ele aparece falando com um dos sócios de Pulgatti. Dá orientações sobre como aprovar processos de lavra e indica o funcionário que pode resolver o problema. O interlocutor acolhe a orientação e evidencia a existência de algo suspeito no ar. “Vou procurá-lo pessoalmente. Isso não se fala por telefone”, diz. A investigação envolve até o procurador da República, que estava encarregado de acompanhar o caso. José Cardoso, um dos representantes do Ministério Público Federal no Amapá, passou a ser investigado depois de ter sido citado nas conversas grampeadas. Numa delas, um homem não identificado diz que ele o ajudaria a resolver em Brasília uma pendência burocrática no DNPM. “O dr. José Cardoso levou meu processo em mãos para Brasília e me garantiu que ele mesmo ia falar com o diretor-geral”, afirma o homem em conversa com o sócio de uma das empresas investigadas. Além de ter aparecido nos grampos, Cardoso tem algo mais a explicar. Até o mês passado, José Guimarães, o ex-diretor do DNPM pilhado no contrabando de urânio, trabalhava como funcionário de seu gabinete. Como passou a ser alvo, o procurador foi afastado do inquérito. Há, ainda, outras autoridades e políticos na mira da polícia. Entre eles, um deputado estadual, Jorge Salomão (PFL), e um ex-deputado federal, Sérgio Barcellos.

    O esquema é organizado e envolve cifras significativas. Os grupos trabalham com o auxílio de engenheiros e geólogos. Quando os garimpeiros encontram minério radioativo, submetem pequenas amostras a técnicos que certificam os teores exatos de urânio de cada carregamento. É o que vai indicar o valor do material. O quilo de torianita, que os negociantes preferem chamar de “material pesado”, ou simplesmente “pedra”, para evitar problemas, é vendido em dólar. Varia de US$ 200 a US$ 300. As empresas envolvidas no negócio lucram com a atividade, mas na prática não passam de firmas de fachada. Em Macapá, ISTOÉ foi averiguar o endereço declarado à Receita Federal pela Uniworld Mineração, teoricamente uma das principais empresas do grupo de Pulgatti e do canadense John Young. No lugar, numa rua enlameada de um bairro periférico da cidade, está um barraco de madeira. A pobreza do endereço é inversamente proporcional à vida que levam os cabeças do esquema. Nas escutas, eles aparecem comprando caminhonetes importadas e fazendo orçamento até de avião. Para driblar as autoridades, os estratagemas incluem mudanças constantes dos números de telefone. E as reuniões costumam ser em lugar ignorado, que nas ligações interceptadas eles chamam de “base” ou “batcaverna”. Mesmo com os dribles, a Polícia Federal tem tudo para desmantelar o esquema em breve. A operação, batizada de “Ouro Negro” em referência à cor e ao valor do material radioativo, mobiliza agentes da superintendência de Macapá, da Diretoria de Inteligência e da Divisão Anti-Terrorismo. Já há mais de uma centena de investigados. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também acompanha o caso, por ordem do Planalto.

    O urânio, menina-dos-olhos dos traficantes e alvo principal da investigação, é parte da composição da torianita, minério que mais parece uma areia grossa e escura. Cada quilo do material chega a ter 80 gramas de urânio e 750 de tório, igualmente radioativo e também prejudicial à saúde. A extração, o transporte e o armazenamento são feitos na surdina, para driblar a lei – afinal, exploração de minério radioativo é monopólio da União. A maior concentração das minas está na região central do Amapá, num triângulo formado pelos municípios de Porto Grande, Serra do Navio e Pedra Branca. Por ser mais próximo da capital, Macapá, localizada a 110 quilômetros e com ligação por rodovia asfaltada, Porto Grande funciona como uma espécie de entreposto do tráfico. É para lá que é levada boa parte da produção que sai dos garimpos. A rota a seguir é variada. O minério segue de carro para Macapá ou do garimpo é levado de barco até o Oiapoque, na ponta norte do Estado. Depois, vai para a Guiana Francesa, de onde é despachado para outros países. Rússia, Coréia do Norte e países do continente africano são alguns dos destinos sob investigação. Nos grampos, há referência até a um estoque de oito toneladas que estaria sendo mantido no interior de São Paulo.

    Em Porto Grande, embora seja um dos motores da economia local, urânio é
    palavra proibida. Ainda mais agora que a Polícia Federal começou a apertar o
    cerco. “O quê? Nem me fale de urânio, isso tá dando problema. A Federal tá
    em cima”, responde o comerciante Antônio Teixeira Lima ao ser perguntado se sabia de alguém que pudesse ter urânio para vender. O medo de contaminação, porém, não é tão grande quanto o medo da polícia. Atravessadores e garimpeiros costumam guardar o material até mesmo dentro de casa ou do quintal. Em fevereiro, a polícia apreendeu 500 quilos de torianita nos fundos do barraco onde o fiscal da prefeitura Estevam dos Santos Nascimento vive com cinco filhos, o menor com
    três anos. “Sempre tem gente com material escondido por aí”, diz um morador
    da vila, sem se identificar. Num dos garimpos da região do Cupixi, a 186 quilômetros de Macapá, no meio da selva, falar em urânio é pedir para encerrar a conversa. “Aqui não tem isso não, é proibido”, desconversa o maranhense João Moraes, 36 anos. Ressabiado, ele só fala de ouro. Ouro negro, ao menos diante de estranho, nem pensar. Pode ser polícia.

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    ABAIXO ASSINADO PROTEÇÃO A SAÚDE COMUNIDADE DE CAETITÉ CONTRA DEPÓSITO CRESCENTE DE LIXO RADIOATIVO

    Ver atuais Assinaturas | ASSINAR este abaixo-assinado

    Existe enorme preocupação entre a comunidade da cidade de Caetité e de municípios vizinhos, como Lagoa Real e Guanambi, com o destino pretendido para carga radioativa, estacionada há 4 dias (desde o dia 15/05), no Batalhão da PM, em Guanambi. Em diversas manifestações, milhares de moradores da região já se posicionaram contra a permanência e depósito da carga nuclear, destinada a Unidade de Concentração de Urânio em Caetité.

    O transporte da carga radioativa continua envolvido em polêmica, pois segundo a INB (Indústrias Nucleares do Brasil) traria 90 toneladas de urânio, mas se calcula que com tantas carretas usadas o material deve conter cerca de 170 toneladas de material radioativo. Ainda segundo a INB, o material vem para ser reembalado segundo as normas para transporte marítimo internacional e entrada na Europa.

    Mas como o histórico do setor nuclear é de falta de transparência e muita ação sigilosa, a população de Caetité, que já conhece a falta de diálogo e de controle social sobre a atividade da mineração para fins nucleares, não acredita nas explicações da INB. O Governo do Estado, por sua vez, através do Secretário de Meio Ambiente, ligou para as autoridades de Caetité, buscando esclarecimentos e revelando não ter sido informado antes sobre o carregamento atômico. O fato é que o IBAMA, o CNEN e a INB-Caetité, outra vez, estão sob severas criticas, com grande repercussão nos meios políticos, inclusive de parlamentares federais do PT, que têm se manifestado sobre o assunto.
    - Não se sabe quem autorizou este transporte radioativo que tem normas específicas e, de SP, atravessou o território mineiro e baiano até chegar no sudoeste do Estado, tudo dentro da “normalidade” nuclear, segundo declarou o coordenador do transporte, para quem a INB não precisa informar a governador nenhum, nem a prefeito nenhum, muito menos à população, sobre suas ações, devendo explicações apenas aos CNEN e IBAMA.

    A população de Caetité, que vem sofrendo com tanta prepotência ao longo de mais de 11 anos de funcionamento da mineradora, está agora em estado de alerta permanente, disposta a não deixar a carga passar para o distrito de Maniaçu, onde funciona a mineração. A população não quer esta carga, mesmo não sendo “lixo atômico”, vai gerar mais lixo, numa unidade industrial cujas bacias de armazenagem de rejeitos estão saturadas, sendo este um dos motivos que levou a redução da produção de concentrado de urânio em Caetité, desde julho do ano passado.
    Muitas perguntas permanecem sem resposta para essa comunidade.
    Considerando que as ações do setor nuclear são decididas e executadas sob absoluto “sigilo estratégico”, o que justificaria a carga ser despachada sem nenhum aviso a autoridades estaduais, municipais e população, o vazamento desta noticia coloca em xeque a propalada excelência do setor nuclear. E o pior: se, de fato, este transporte corre o risco de sofrer ações de terroristas, como declarou ontem, na Bahia, o presidente da INB, imagine o quanto é perigosa esta carga e a quais ameaças passaram as populações que vivem na rota do transporte desse comboio radioativo.
    Assinamos este manifesto, pela proteção do meio ambiente da região de Caetité e em apoio à saúde das comunidades dessa região!
    Os signatários

     

    Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.
    Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato

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    HOMEM BOMBA DA AL QAEDA ERA AGENTE INFILTRADO, AFIRMAM OS JORNAIS

    Notícias | Homem-bomba da Al Qaeda era agente infiltrado, afirmam jornais
    Homem-bomba da Al Qaeda era agente infiltrado, afirmam jornais
    Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
    09/05/2012 | 17h25 | Atentado

    O recente plano de atentado da Al Qaeda foi impedido por um agente infiltrado na rede terrorista no Iêmen e que repassou informações para a CIA, reportou o jornal The New York Times (NYT) nesta terça-feira (08/05). Após candidatar-se voluntariamente para um ataque suicida, o agente deixou o Iêmen e entregou explosivos e informações aos americanos e ao serviço secreto saudita.

    Segundo a agência de inteligência dos Estados Unidos, a Al Qaeda na Península Arábica (AQAP) pretendia explodir uma bomba a bordo de um avião que fazia a rota Iêmen-EUA. Tratava-se de um tipo especial de bomba, sem componentes de metal e que, por isso, dificilmente seria descoberta pela segurança aeroportuária, declarou a CIA.

    De acordo com um oficial americano, o plano previa que um terrorista suicida levasse a bomba, escondida sob suas roupas, para dentro do avião. Diferentemente do dispositivo utilizado no plano mal sucedido da AQAP em dezembro de 2009 para explodir uma avião com destino a Detroit, nos EUA, desta vez o explosivo poderia ser detonados de duas maneiras.

    A bomba “sem dúvida teria derrubado um avião”, disse o oficial. A secretária de Estado Hillary Clinton alertou sobre métodos terroristas “cada vez mais perversos”.

    De acordo com o New York Times, as informações fornecidas pelo agente teriam originado o ataque da CIA a Fahd Mohamed Ahmed al Qasaa, um dos terroristas mais procurados da Al Qaeda. Al Qasaa foi morto no domingo passado, quando seu carro foi atingido durante um ataque aéreo dos EUA no Iêmen.

    O nome e a nacionalidade do informante infiltrado não foram revelados, mas, segundo o jornal nova-iorquino, ele não é agente da CIA e se encontra agora em segurança na Arábia Saudita.

    Informante saudita

    É provável que o serviço de inteligência saudita tenha desempenhado o papel central para desfazer o plano terrorista, possivelmente fornecendo o agente duplo, disseram oficiais americanos.

    De acordo com o jornal Los Angeles Times, o agente duplo trabalhava para o serviço de inteligência da Arábia Saudita, a qual dedica grandes esforços ao monitoramento da Al Qaeda no Iêmen.

    Ex-oficiais de inteligência dos EUA lembram que a Arábia Saudita recebeu o crédito por descobrir um plano da AQAP, em 2010, de explodir aviões de carga com destino aos EUA e que os sauditas são conhecidos por vigiarem de perto o braço da Al Qaeda no Iêmen.

    “Os sauditas têm a melhor compreensão sobre a Al Qaeda na Península Árabe. Presumivelmente, sauditas trabalhando com os EUA desfizeram esse plano dentro do Iêmen, apreenderam o dispositivo e o entregaram aos EUA”, disse à emissora CNN Fran Townsend, ex-oficial de combate ao terrorismo durante o governo de George W. Bush.

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    Da AFP Paris

    AÇÃO CONTRA LEI SOBRE QUILOMBOLAS JÁ PODE SER JULGADA NO STF

    24 DE ABRIL DE 2012 – 18H06
    Ação contra lei sobre quilombolas já pode ser julgada no STF

    A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), já analisou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3239, ajuizada pelo Partido Democratas (DEM) contra a lei que regulamenta a demarcação das terras de comunidades quilombolas. Na quarta-feira (18), quando o STF colocou a ação na pauta de julgamentos, a ministra fez um pedido de vistas para avaliação, paralisando o julgamento. Na ocasião, o presidente do STF chegou a dar seu voto, julgando a ação procedente.
    Segundo o STF, a ação foi devolvida para os autos às 15h33 da segunda-feira (23). Agora, a ADI aguarda para ser recolocada na pauta dos julgamentos. Para esta semana já não consta na pauta. O voto do ministro Ceza Peluzo, que além de presidente do STF na ocasião é relator da ADI, serve como alerta para o movimento negro – Peluso foi substituído pelo ministro Ayres Britto.

    Peluzo disse que a concretização do direito quilombola é complexo e que, nos últimos anos, a situação não melhorou. Somente 192 comunidades contam com título de propriedade, número que representa 6% do total estimado de pedidos de reconhecimento.

    A ação do DEM tramita há oito anos e contesta a regulamentação das terras quilombolas por meio de decreto presidencial. O partido também questiona o princípio do autorreconhecimento para identificação de quilombolas, assim como a possibilidade de a comunidade apontar os limites de seu território.

    Apesar de considerar inconstitucional, Peluso considerou como válido os títulos das áreas já emitidos, com base no Decreto 4.887/2003, “em respeito ao princípio da segurança jurídica e aos cidadãos que, da boa-fé, confiaram na legislação posta e percorreram o longo caminho para obter a titulação de suas terras desde 1988”.

    “Tenho esperança que os ministros serão convencidos de que isso não é coisa de governo, mas uma conquista do nosso povo. Essa é uma reparação social que nós queremos”, declarou na ocasião a representante nacional das Mulheres Quilombolas, Núbia de Souza, do Acre para acompanhar o julgamento. Ela espera uma decisão favorável aos quilombolas.

    Todo o movimento negro espera que o STF reconheça a importância das áreas remanescentes de quilombos, espalhadas em diversas partes do país. No dia 11 de abril, o Movimento Negro Unificado (MNU), redigiu uma carta pública ao STF manifestando a tentativa de atacar os direitos das comunidades quilombolas, por meio dessa ação.

    “Hoje, informalmente, são mais de cinco mil comunidades nos mais variados graus de organização, mobilização e defesa de seus direitos e seus territórios em vários estados da federação. Por outro lado, também as reações contra esse processo de luta e organização do nosso povo vêm mostrando sua face racista e conservadora, a opção de “desenvolvimento” oficial e desenfreado, que excluiu a maior parte do povo brasileiro e especificamente povo negro e os povos indígenas”, diz um trecho do manfesto.

    Em outro trecho, o MNU aponta outras iniciativas que vão contra o movimento negro como o Projeto de Decreto Legislativo, 3.654, de autoria do Deputado do Valdir Colatto (PMDB-SC) e as pressões de grupos de ruralistas, empresários do agronegócio, de papel e celulose, dos donos de madeireiras, multinacionais, entre outros ramos conflitantes com os territórios quilombolas.

    Leia íntegra da carta pública ao STF

    Manifesto do Movimento Negro Unificado – MNU
    Em defesa do Decreto 4.887 e da Luta Quilombola

    O MNU – Movimento Negro Unificado, organização política com 33 anos de fundação e de luta de combate ao racismo, vem através deste denunciar a grave situação de ataque aos direitos das comunidades quilombolas.

    A luta quilombola é secular, como é secular a luta do povo negro, por território, dignidade e desenvolvimento, assim como também estas são bandeiras de luta que fazem parte dos manifestos do povo negro desde o período escravista.

    Desde a década de 90, as comunidades quilombolas vêm tornando públicas suas lutas e reivindicações, somando-se em 1995, Brasília-DF, com a Marcha pelos 300 anos da morte de Zumbí dos Palmares, “Contra o Racismo, pela Cidadania e a Vida”.

    Hoje, informalmente, são mais de cinco mil comunidades nos mais variados graus de organização, mobilização e defesa de seus direitos e seus territórios em vários estados da federação.

    Por outro lado, também as reações contra esse processo de luta e organização do nosso povo vêm mostrando sua face racista e conservadora, a opção de “desenvolvimento” oficial e desenfreado, que excluiu a maior parte do povo brasileiro e especificamente povo negro e os povos indígenas.

    O ataque às comunidades quilombolas, aos seus direitos vem das mais variadas esferas do estado, como a ADIN, Ação Direta de Inconstitucionalidade, ajuizada pelo atual Partido Democratas (DEM), então ex-PFL, assim como o Projeto de Decreto Legislativo, 3654/ , de autoria do Deputado do Valdir Colatto/PMDB-SC, somados a pressão sistemática dos ruralistas, dos empresários do agronegócio, das empresas de papel e celulose, dos donos de madeireiras, multinacionais, entre outros ramos conflitantes com os territórios quilombolas, sem deixar de lados empresas nacionais e instituições do Estado, como Marinha e Exército Brasileiro, e o IBAMA. A ação destas instituições tem servido para fragilização dos processos de titulação dos territórios quilombolas, como foi o caso da alteração da Instrução Normativa, IN/20 em 2008 e recentemente o seminário para revisão da implementação da convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

    Estes ataques visam retirar a efetividade Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal de 1988 (que garante a titulação das terras de quilombo), bem como as conquistas expressas no decreto 4887/2003 (que regulamenta procedimentos para demarcação e titulação).

    Para tais ataques contam com cumplicidade das grandes redes de empresas de comunicação, escrita, falada e televisionada. Mesmo sem apoio da mídia ou institucional em todos estes momentos as Comunidades Quilombolas a nível nacional vêm fazendo mobilizações pontuais e nos estados apresentando sua indignação com as alterações propostas e suas reivindicações.

    Alertamos que o momento é de unidade e vimos a público denunciar todos aqueles que procuram tratar conjunto das lutas do povo negro de forma isolada, não dimensionando a repercussão histórica para inúmeras gerações.

    Denunciaremos aos que colocarem favoráveis a esta atrocidade, pois a derrota do Decreto 4.887/2003 significará um retrocesso no conjunto nas lutas e conquistas do povo negro, impulsionando o acirramento das relações raciais no Brasil e no mundo. Acirramento este que já é visível através da violência imposta aos quilombolas das mais diversas formas, assassinatos de lideranças, perseguições aos quilombolas nos caminhos e estradas, queima de residências de lideranças entre outras situações.

    Neste sentido conclamamos a todos(as) para se somarem a luta contra retirada de direitos quilombolas, manutenção e implementação do Decreto 4887/2003, pelo cumprimento da Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é signatário e pela titulação imediata e sustentabilidade dos territórios quilombolas, por dignidade e liberdade para a luta quilombola.

    Diante da situação solicitamos a este Supremo Tribunal Federal, que se manifeste pelo indeferimento da ADIN 3239 apresentada pelo DEM, pela constitucionalidade do Decreto 4887,e sua manutenção na íntegra, e reafirmamos o pedido de audiência publica já solicitada.

    Reaja a Violência Racial!

    Reparação Já!

    Movimento Negro Unificado – MNU
    Florianópolis, 11 de Abril de 2012
    Vanda Gomes Pinedo
    Coordenação Nacional do Movimento Negro Unificado

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    HIV POLÍTICA E PROGRAMASPOR TIMOTY HARRISON PHD, CONSULTOR SENIOR DE POLÍTICA DEPARTAMENTO/HIV/AIDS EUA DEPARTAMENTO DE SERVIÇO DE SAÚDE HUMANOS

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    Historicamente Preto Faculdades e Universidades: aliados importantes no âmbito da Estratégia Nacional de HIV / AIDS

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    HIV POLÍTICA E PROGRAMAS DE 23 de abril de 2012
    Por Timothy Harrison, PhD , Consultor Sênior de Política, Departamento de HIV / AIDS e da Política de Doenças Infecciosas , EUA Departamento de Saúde e Serviços Humanos

    Universidades e faculdades desempenham um papel importante na resposta da nação ao HIV / AIDS-educar os jovens, preparando as próximas gerações de profissionais de saúde, pesquisadores, professores e profissionais de saúde pública, a realização de pesquisa que nos ajuda a melhorar a nossa resposta, e até mesmo educar seu corpo docente, funcionários e comunidades sobre o HIV / AIDS. Na verdade, a Estratégia Nacional de HIV / AIDS aponta especificamente para as instituições de ensino como parceiros vitais para atingir os objetivos da estratégia. Um número de Faculdades e Universidades Historicamente Negras (HBCUs) estão envolvidos em esforços significativos para educar os alunos e promover a conscientização sobre o HIV através de seus campi. Estes esforços são particularmente importante dado que Africano americanos enfrentam um fardo muito severa e desproporcional de infecção pelo HIV nos Estados Unidos. Apesar de representar apenas 14% da população dos EUA em 2009, Africano americanos representaram 44% de todas as novas infecções pelo HIV nesse ano, de acordo com o CDC. De forma alarmante, o CDC também relata que as infecções mais novas do HIV ocorreu entre 13-29 anos de idade negros homens gays e bissexuais que têm sexo com homens (HSH) do que qualquer outra idade e grupo racial de MSM; adicionais, as novas infecções de HIV entre jovens negros MSM estão tendendo para cima, aumentando em 48% de 2006-2009. Do número total de novas infecções por HIV nos EUA as mulheres em 2009, 57% ocorreram em negros, ea taxa de novas infecções pelo HIV entre as mulheres negras em 2009 era 15 vezes maior que a das mulheres brancas. Estas realidades envidar os esforços de prevenção do HIV de HBCUs da nação ainda mais importantes.

    Faculdade de Morehouse Toma sobre HIV e acolhe conferência da Casa Branca
    início deste ano, Morehouse College, uma instituição só de homens historicamente negra em Atlanta, Geórgia, comemorado Dia da Consciência Negra Nacional de HIV / AIDS (NBHAAD) com uma série de atividades realizadas no campus de fevereiro 7, 2012. Estes incluíram o teste de HIV para os alunos, a participação no Maior do que a AIDS ” Decidir Momentos “iniciativa foto, e uma vigília com velas. O dia também contou com um painel de alunos, ex-alunos Morehouse, representantes de organizações locais de serviços de AIDS, e membros da comunidade que se envolveram em uma discussão animada sobre a sexualidade, masculinidade, a homofobia, e risco de HIV. Alunos de duas HBCUs próximas, Clark Atlanta University e-Spellman College, também participaram da discussão demonstrando o seu apoio e solidariedade na prevenção do HIV.

    Acções de sensibilização de HIV não são, no entanto, apenas uma vez por ano na atividade de Morehouse. Entre os organizadores das atividades do campus de largura NBHAAD foi Educadores de Saúde de Morehouse (HEM), que envolve os colegas sobre o HIV / AIDS durante todo o ano conscientização por meio da facilitação de painéis ea distribuição de preservativos aos estudantes no campus. HEM também defendeu com sucesso para o aumento da disponibilidade de testagem para HIV e DST no campus. Além disso, na quinta-feira, 18 de abril de 2012, Morehouse foi o site da Casa Branca LGBT Conferência sobre HIV / AIDS . Organizado pelo Escritório da Casa Branca de Envolvimento Público e do Escritório da Casa Branca de Política Nacional de AIDS em parceria com a Morehouse School of Medicine, a conferência de um dia, desde advogados, líderes comunitários e membros do público a oportunidade de participar na conversa com os representantes da Administração Obama em questões relacionadas com o impacto da epidemia do HIV / SIDA na comunidade lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT) e as disparidades associadas à infecção VIH / SIDA de saúde relacionados.

    Fortalecimento da Prevenção do HIV em HBCUs Outros
    quatro HBCUs outras foram participar de um esforço de vários anos para avaliar e reforçar os seus campus actividades a nível da prevenção do HIV como participantes as instituições Minority veiculação ‘(MSI) HIV / AIDS Prevenção de demonstração de Sustentabilidade. Iniciada pelo Gabinete do HIV / AIDS e da Política de Doenças Infecciosas (OHAIDP) com recursos da Secretaria de Minority AIDS Initiative Fundo, o projeto de demonstração está trabalhando para promover novas estratégias para aumentar as atividades de prevenção do HIV para jovens de minorias (idades 18-25). Através da iniciativa, os quatro HBCUs-Jackson State University, Southern University em Baton Rouge, Fort Valley State University, North Carolina Central University, juntamente com duas faculdades tribais e uma instituição servindo hispânica receber assistência técnica destinada a aumentar a sua capacidade para abordar a prevenção do HIV e necessidades de saúde sexual da faculdade minoria e estudantes universitários e promover novas parcerias para promover essas atividades de saúde. Cada um dos MSIs desenvolveu e agora está trabalhando para implementar um programa voltado para maior consciência e conhecimento dos fatores de risco e métodos de prevenção para HIV / AIDS de transmissão, reduzindo comportamentos de alto risco, e aumentar o acesso a serviços de aconselhamento, teste e referência.

    Entre as muitas actividades em curso no HBCUs, Southern University criou um “HIV 101″ módulo de um curso introdutório de saúde obrigatório para todos os alunos ingressantes de entrada. Em Ft. Vale, eles estão se adaptando dois dos Debis intervenções evidência-baseados comportamentais que se mostraram positivas comportamentais (por exemplo, o uso de preservativos, a redução no número de parceiros) e / ou resultados de saúde- Nia para o sexo masculino e Sista oficinas para estudantes do sexo feminino. Jackson Estado também está adaptando um outro DEBI, líderes de opinião populares , para os homens jovens no campus ao mesmo tempo, recrutar e treinar educadores de saúde novos pares. North Carolina Central está engajado em uma campanha de marketing social que oferece informações sobre a prevenção do HIV para os alunos através de múltiplos canais, incluindo uma página web, Twitter, e materiais de impressão, bem como adaptar SISTA para seus estudantes do sexo feminino.

    Estes são apenas alguns exemplos de como HBCUs estão respondendo ao HIV / AIDS. O que está acontecendo em sua comunidade para educar os jovens sobre HIV / AIDS? Se você está em um HBCU, como é lidar com o HIV? Se você está na comunidade, como é que incentivar e ajudar faculdades e universidades locais em seus esforços para educar os alunos? Compartilhe seus pensamentos na seção de comentários abaixo.

    AIDS.gov membro da equipe Naima Cozier contribuíram para este blog.

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    20 alunos. 6 universidades. 8 vídeos curtos. 1 causa. Nacional do teste do HIV Dia Anúncios de Serviço Público Pessoal
    Médicos negros prossecução de objectivos nacionais de HIV / AIDS Estratégia
    Comemorando National Black HIV / AIDS Awareness Day
    Publicado em: Comunidades de Cor e HIV Política e Programas e Nacional de HIV / AIDS Estratégia

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    GREENPEACE E SUA LUTA PELO PLANETA E PELA POPULAÇÃO PELO MUNDO

     

    ENERGIA
    Por dentro do Brasil nuclear
    Novas usinas, biombos, segurança máxima, o submarino, a espionagem industrial, uma briga internacional: Galileu visitou as instalações de enriquecimento de urânio em Resende, RJ, para traçar o tortuoso caminho que pode levar o País a ser uma potência atômica
    PABLO NOGUEIRA
    FOTOS: RICARDO CORRÊA
    UNIFORMES: o uso de cor branca é obrigatório entre funcionários e visitantes para facilitar a detecção de resíduos. A exposição prolongada ao urânio enriquecido pode causar queimaduras e até câncer Numa era abarrotada de imagens digitais, as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) lutam pelo direito à invisibilidade. Na entrada das instalações que a estatal possui perto de Resende, cidade a 146 quilômetros do Rio de Janeiro, uma placa afixada no portão principal avisa que lá dentro é proibido o uso de filmadoras, máquinas fotográficas, CDs, gravadores, pendrives, celulares com câmera e laptops. Quem chega à portaria carregando alguns desses itens é convidado a declará-los e entregá-los à segurança. Sacolas, bolsas e até motores de veículos são revistados. Só por garantia.
    A explicação para tanta aversão à informação visual fica a 3 quilômetros dali, no edifício de fabricação de combustível. No final de um dos corredores internos, há uma portaria envidraçada, onde se encontra outra placa. Mede 1 por 6 metros, tem fundo amarelo e um texto curto que pode ajudar a definir o futuro energético do País: “Enriquecimento tópico de urânio”.

    O objetivo do aparato de segurança é garantir que o mundo, ou pelo menos a maior parte dele, continue ignorando o aspecto das ultracentrífugas que operam no local. O equipamento é peça fundamental para a produção de urânio enriquecido, o elemento crítico para o desenvolvimento da energia nuclear e que o Brasil será capaz de produzir em larga escala a partir deste ano.
    Funcionário abre filtro durante a etapa de reconversão do urânio, que atualmente é enriquecido no exterior
    Depois que o aquecimento global transformou em vilãs as usinas movidas a carvão – responsáveis por gerar a maior parte da eletricidade usada no mundo -, o debate sobre o aumento no uso do poder atômico tem sido travado em diversos pontos do globo. A Índia está construindo quatro novas usinas; a China, cinco. Os EUA voltaram a debater o assunto após mais de 30 anos sem planejar nenhum novo reator.

    “Hoje a energia nuclear é vista como uma alternativa para limitar as emissões de CO². Nosso interesse está dentro dessa tendência mundial”, diz Drausio Atalla, supervisor da presidência da Eletronuclear, empresa estatal responsável pelas futuras obras de Angra 3 e das quatro novas usinas que o Brasil pretende montar até 2030, ao custo de mais de R$ 20 bilhões.

     
    Manuseio das varetas onde ficam armazenadas as pastilhas de urânio enriquecido, que depois irão para as usinas de Angra 1 e Angra 2
    NOVAS USINAS
    Em janeiro, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, órgão encarregado de fiscalizar o setor, autorizou a INB a iniciar a produção de urânio enriquecido em patamar industrial. Até o final de 2009, 12 toneladas do elemento deverão ser produzidas.

    “Em 2014, a capacidade instalada das centrífugas deve ser cinco vezes maior. Isso vai permitir que atendamos a 100% das necessidades de urânio de Angra 1 e 20% de Angra 2″, diz Ricardo Aires, gerente de produção da usina de enriquecimento.

    A meta, porém, é suprir 100% das necessidades da indústria nuclear do País. Isso vai representar uma economia anual de US$ 25 milhões nos serviços de enriquecimento, hoje feitos no exterior. Mas o maior ganho será a independência representada pela capacidade de garantir o próprio abastecimento. “No futuro, nós não vamos depender de serviços externos para uma tecnologia importante”, afirma Samuel Fayad Filho, diretor de produção de combustível nuclear da INB.

    PARA REDUZIR O RISCO DE CONTATO HUMANO COM ELEMENTOS RADIOATIVOS, 95% DO PROCESSO É AUTOMATIZADO
    A ampliação das atividades em Resende é mais um sinal do interesse manifestado pelo governo Lula em revitalizar o programa nuclear brasileiro. Em 2007, o Conselho Nacional de Política Energética, órgão que formula as diretrizes para o setor no País, havia decidido pela conclusão da usina de Angra 3 (que sequer foi iniciada até hoje, apesar de o equipamento necessário ter sido comprado há décadas e de consumir US$ 20 milhões ao ano só com manutenção).
    Amostras do minério em diferentes momentos do processo de reconversão: à esquerda, dióxido de urânio. À direita, tricarbonato de amônia e uranila, o TCAU, de cor amarela
    Em julho do ano passado, o poder executivo organizou o Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro, ao qual confiou a missão de estabelecer novas metas para o setor. O trabalho foi entregue apenas 45 dias depois e, se implantado, resultará num salto no uso e na infraestrutura nuclear, desde a etapa de prospecção, processamento e enriquecimento de urânio até a manipulação do lixo radioativo, passando por áreas como defesa nacional.

    “A construção de novas usinas vai gerar o crescimento na produção de energia. E, para atender a esse crescimento, é natural que as demais etapas do processo também se desenvolvam”, diz Atalla. Mas ele acredita em possibilidades maiores. “Com o aumento no uso da energia nuclear, haverá maior procura pelo urânio enriquecido. Eventualmente, o Brasil pode se tornar até mesmo exportador.”

    clique para ampliar

     
    DENTRO DE RESENDE
    Se futuramente as usinas realmente saltarem do papel para praias do litoral do Sudeste e do Nordeste, tal como previsto, a fábrica de Resende estará no epicentro do Brasil nuclear. É lá, numa área de 600 hectares, que ocorrem as etapas finais do chamado ciclo do urânio (veja infográfico na página 74). Esse processo começa com a extração do metal na Bahia. O material é enviado para o exterior, a fim de ser enriquecido e devolvido para ser trabalhado em Resende.

     

    Depois de passar por um processo químico, o pó amarelo ganha uma coloração escura. Esse material é transformado em pequenas pastilhas de 1 cm por 0,8 cm, manipuladas por 96 funcionários vestidos com trajes protetores brancos. Para reduzir o risco de contato humano com elementos radioativos, 95% do processo em Resende é automatizado.

    Agrupadas aos milhares em varetas, as pastilhas são colocadas numa estrutura conhecida como elemento combustível. Esse depositório é acondicionado no interior dos reatores. Ali ocorrem as reações nucleares que resultam na liberação de energia sob a forma de calor, gerando eletricidade.

    PARA DESENVOLVER URÂNIO ENRIQUECIDO, A MARINHA SE INSPIROU NO PROJETO QUE LEVOU À BOMBA ATÔMICA AMERICANA
    Um dos objetivos da retomada do programa nuclear é a nacionalização de todas as etapas do ciclo. Para isso, será preciso erguer uma usina de conversão que transforma o urânio sólido em gasoso, a fim de poder passar pela centrifugação. O custo estimado é de R$ 660 milhões. O complexo será construído pela equipe que atua no Rio de Janeiro. O local ainda não foi decidido pelas autoridades.

    Já no caso da etapa de enriquecimento, a estatal não revela quanto dinheiro seria necessário investir, nem o total de centrífugas a serem construídas. Fontes do setor falam em 50 mil máquinas, apenas para suprir as três usinas de Angra. Isso exigiria a criação de unidades de enriquecimento nos próximos anos. Como essa etapa responde por 35% do custo da produção do combustível nuclear, a economia proporcionada poderá compensar, após alguns anos, o valor do dinheiro investido.

     

     

    SEGURANÇA MÁXIMA
    Não é permitido ver as centrífugas. Nem saber quantas estão em operação na fábrica. O sigilo que cerca o equipamento e permeia a rotina dos 531 funcionários da INB Resende condiz com o nebuloso processo percorrido pelo Brasil para conseguir enriquecer seu urânio. Guilherme Camargo, presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), afirma que o projeto que resultou na tecnologia começou a ser desenvolvido há três décadas. Nos anos 60, o País se aproximou da Alemanha, movido pelo interesse em implantar usinas nucleares.

    As primeiras tratativas previam que, além das usinas propriamente ditas, os alemães transfeririam também o conhecimento do método de enriquecimento de urânio por centrifugação. Quando o acordo foi fechado, em 1975, a Holanda, parceira da Alemanha no consórcio nuclear internacional Urenco, vetou a partilha tecnológica.

    Os germânicos ofereceram ao Brasil o acesso a uma outra forma variante de enriquecimento, que, após muitos anos de pesquisa, se mostrou ineficaz. Em 1979, paralelamente à colaboração com a Alemanha, foi criado um programa nuclear secreto.

    O NYT ACUSOU O BRASIL DE ENVIAR URÂNIO PARA O IRAQUE NOS ANOS 80
    “A iniciativa surgiu a partir dos próprios pesquisadores da área e depois foi encampada pela Marinha. Tinha como objetivo construir um submarino nuclear e dominar a centrifugação”, diz Camargo. Ele conta que o projeto foi conduzido com rigor pela Marinha. Ela contratou firmas e laboratórios civis para desenvolver componentes do programa. “Essas empresas trabalhavam num regime de alta segurança. Cada uma só fazia uma parte do trabalho, e só os administradores tinham a noção do todo. Eles copiaram esse modelo do Projeto Manhattan, iniciado em 1942 e que resultou na construção da bomba atômica americana.”

    Tanto segredo acabou dando certo. Já nos anos 80 realizaram-se os primeiros experimentos bem-sucedidos de enriquecimento de urânio em nosso País, inicialmente em laboratórios da Marinha. Mas, com o fim do regime militar, em 1985, as verbas para a área foram escasseando.

    Durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), um convênio entre a Comissão Nacional de Energia Nuclear e a Marinha selou a absorção do programa paralelo pelo oficial, dirigido pelo governo.

    A Marinha, sem os recursos para produzir centrífugas na quantidade desejada pela indústria nuclear nacional, passou essa tarefa à INB e restringiu-se ao papel de desenvolvedora técnica.

    A TRAJETÓRIA VERDE-AMARELA: 75 anos de brigas com americanos, viagens secretas, negócios com a Alemanha e sigilo industrial
    1934>>> USP realiza os primeiros estudos sobre uso da energia nuclear
    1947>>> O Brasil cria a Comissão de Fiscalização de Minerais Estratégicos, para monitorar a exportação aos EUA de areia monazítica, rica em tório. O País propõe que, em troca do minério, os americanos repassem tecnologia nuclear, mas eles se recusam
    1951>>> Por sugestão da comissão, é criado o Conselho Nacional de Pesquisas, CNPq, que herda a administração das reservas de urânio e tório. Álvaro Mota é o primeiro presidente
    1954>>> Em viagem secreta à Europa, Álvaro Mota negocia com franceses a compra de uma usina de produção de yellow cake, o urânio livre de impurezas. Na Alemanha, adquire três centrífugas por US$ 80 mil. Na véspera de seu retorno, o equipamento é apreendido numa operação orquestrada pelos EUA. O fracasso resulta na exoneração de Álvaro Mota
    1956>>> Criação da Comissão Nacional de Energia Nuclear, CNEN. Pesquisas com pequenos reatores, importados dos EUA, começam em sete Estados
    1967>>> O Brasil decide construir uma usina atômica em Angra. A empresa americana Westinghouse é escolhida em1972 para tocar a obra. O acordo não prevê transferência de tecnologia, o que gera insatisfação em setores da comunidade nuclear brasileira
    1967>>> O Brasil assina o Tratado de Tlateloco, no qual se compromete a não construir armas atômicas. O documento, porém, permite o uso da energia nuclear para fins militares, que será um dos objetivos dos governos durante a ditadura
    1971>>> A CNEN cria a Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear para dominar todas as etapas de produção do ciclo do urânio. Inicia conversações secretas com a Alemanha para a transferência de tecnologia de enriquecimento por ultracentrifugação
    1975>>> O acordo com a Alemanha prevê a construção de oito reatores e uma usina de combustível nuclear. Na última hora, por pressão internacional, o país trocou a tecnologia de ultracentrifugação pela de enriquecimento por jato, ainda em estado experimental
    1977>>> Tentando mudar o perfil do acordo, os EUA ameaçam Brasil e Alemanha com sanções, sem sucesso
    1979>>> Em segredo, a Marinha começa a desenvolver um programa nuclear paralelo, sob o comando do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, para dominar o processo de enriquecimento por centrifugação e construir um submarino atômico
    1981>>> A Marinha firma um convênio com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da USP, que será um dos principais centros desenvolvedores de tecnologia do programa paralelo
    1982>>> Primeiro experimento de enriquecimento de urânio por centrifugação, realizado pelo Centro Tecnológico da Marinha
    1987>>> A fim de preservar o sigilo, só cinco anos após os primeiros experimentos é que o então presidente da República, José Sarney, anuncia em cadeia de rádio e TV que a pesquisa da Marinha mostrou-se bem-sucedida
    1988>>> Um decreto-lei torna oficial todo o programa nuclear paralelo, acabando com seu caráter sigiloso
    1995-2002>>> Devido ao corte de verbas, a Marinha transfere para as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) as centrífugas já concluídas e que formarão a base para a construção da Fábrica de Combustível Nuclear de Resende (FCN)
    2004>>> A Agência Internacional de Energia Atômica inicia a negociação para inspecionar as centrífugas de Resende. Em abril, polêmica entre a AIEA e o Brasil chega à imprensa. A inspeção ocorre em novembro, e a agência autoriza o funcionamento da FCN

     
    BRIGA INTERNACIONAL
    Uma vez que a tecnologia paralela tornou-se oficial, ficou claro que era só uma questão de tempo até que o Brasil se tornasse o sétimo país do mundo a dominar o enriquecimento de urânio em escala industrial.

     

    Por isso, em abril de 2004 estourou um imbróglio internacional envolvendo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O órgão multilateral é responsável por fiscalizar instalações nucleares no mundo inteiro e tenta evitar que o elemento enriquecido seja usado para a fabricação de bombas.

    Na época, a imprensa estrangeira noticiou que inspetores da agência foram impedidos de conhecer a área das centrífugas em Resende. Embora a INB não confirme a ocorrência de atritos com os agentes, veículos americanos como a revista Science e o jornal The Washington Post escreveram artigos reclamando do que chamaram de “atitude não-cooperativa do Brasil”.

    O New York Times foi ainda mais longe: acusou o País de ter enviado urânio para o Iraque nos anos 80 e disse temer que o material nuclear produzido por aqui terminasse nas mãos de prováveis terroristas.

    Ainda em 2004, os inspetores da AIEA voltaram para uma segunda visita. Mais uma vez, não puderam ver diretamente as centrífugas. Elas foram ocultadas por biombos, colocados pelos técnicos brasileiros. “Por trás dessa pressão estava uma questão de espionagem industrial”, afirma Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp. Ele diz que o objetivo dos inspetores era analisar o conhecimento desenvolvido por aqui. “Mas ninguém revela a própria tecnologia nuclear. Tentaram criar uma imagem do Brasil como um país rebelde para nos pressionar. Não deu certo. Hoje, somos uma potência regional. Não vamos ser subservientes às outras nações.”

    “ANGRA 3 É SÓ A PONTA DO ICEBERG”
    O destino do lixo radioativo, risco de acidentes e altos custos: ambientalista do Greenpeace lista os problemas do programa nuclear brasileiro
    Em abril passado, membros da ONG ambientalista Greenpeace navegaram até as usinas nucleares de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro, a bordo de uma pequena balsa. O objetivo do grupo era protestar contra o início da construção de Angra 3, que deve ocorrer ainda neste ano.
    “Essas obras são só a ponta do iceberg”, diz Rebeca Lerer, coordenadora da área de energia do Greenpeace.

    “Por trás de Angra 3 está o interesse do governo na produção do combustível nuclear e no uso da tecnologia para outras aplicações, como a construção de um submarino atômico”, afirma ela.

    Rebeca enumera três fatores para argumentar contra a conclusão da construção da usina: o risco de acidentes nucleares, a crise econômica e o problema do lixo atômico. “O Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] concedeu o licenciamento para a obra mesmo sem que as autoridades tenham resolvido o problema da alocação dos dejetos”, afirma. “Além disso, o preço da energia gerada por uma matriz nuclear é muito alto. Não justifica a realização de um investimento desse porte.” Estima-se que a usina custará R$ 7,5 bilhões aos cofres públicos.

    Rebeca também ataca a ideia de que a energia nuclear possa ajudar a combater o aquecimento global, tese que está sendo defendida até por ambientalistas famosos, como o pesquisador inglês James Lovelock. “Mas ele dá esses depoimentos em eventos organizados por empresas do setor nuclear.” A ambientalista acha que uma eventual redução nas emissões de gases de efeito estufa com a construção de novas usinas representará um decréscimo muito pequeno e que ocorrerá tarde demais. “Os estouros nos cronogramas e orçamentos dos projetos de construção de usinas são bem conhecidos. Uma obra que está em andamento na Finlândia está atrasada três anos e com custo adicional de 1,5 bilhão de euros.”

    Ela diz que, ao privilegiar a retomada do programa nuclear, o governo Lula perde a oportunidade de buscar o desenvolvimento de matrizes mais limpas. “Angra 3 vai levar pelo menos seis anos para ficar pronta. Não seria mais interessante investir numa usina eólica, que pode ficar pronta em dois anos e gerar o dobro de energia?”

     
    SUBMARINO ATÔMICO
    Em 2006, o setor de enriquecimento de urânio em Resende foi oficialmente inaugurado depois que o Brasil e a AIEA estabeleceram um modelo para a realização das inspeções. No ano seguinte, o diretor da agência internacional, Mohammed el Baradei, pôde observar as centrífugas em ação. Ele disse que a expansão do nosso programa nuclear, anunciada pelo Poder Executivo para as próximas décadas, não lhe causa nenhuma preocupação.

     

    Atuando em outra frente, Lula assinou em dezembro um acordo de cooperação com o presidente Nicolas Sarkozy, da França, que prevê a assistência dos franceses no desenvolvimento de partes do submarino nuclear brasileiro. Esse tipo de embarcação está sendo trabalhado no Brasil faz mais de 30 anos. Em março passado, o contra-almirante Carlos Alberto Bezerril deu uma palestra em São Paulo. Ao falar para 600 empresários, disse que o programa nuclear da Marinha prevê o término do projeto até 2021.

    Mas veteranos da área, como Camargo, da Aben, não estão muito certos de que o processo vá realmente deslanchar. “O governo tem se mostrado melhor no discurso do que na prática. Por exemplo, fala em construir várias novas usinas. Mas Angra 3, que já teve 45% dos seus investimentos feitos, ainda não saiu do papel.” E todas as incógnitas que envolvem a eleição presidencial de 2010 só tornam o cenário mais incerto.

    Foram necessárias três décadas para entrarmos no reduzido grupo de países que podem enriquecer urânio em larga escala. Ainda não se sabe quantos anos serão necessários até que essa tecnologia venha a afetar a vida dos brasileiros. Contas feitas, ao menos encurtamos o caminho para que, um dia, sejamos capazes de iluminar o fim do túnel com energia nuclear. Seria um feito.

    O CICLO DO URÂNIO
    O Brasil já domina quase todas as fases de produção do combustível nuclear

     

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    NIH estudo mostra vantagem de sobrevivência para a cirurgia de bypass em comparação com os não-cirúrgico


    Embargado para lançamento 
    terca-feira março 27, 2012 
    09:00 BRT
    Contato: NHLBI Office Communications 301-496-4236

    NIH estudo mostra vantagem de sobrevivência para a cirurgia de bypass em comparação com os não-cirúrgico

    Projeto analisaram dados de mais de 189.000 adultos mais velhos

    Um estudo de eficácia comparativa nova encontrado idosos com doença coronariana estável (DAC) submetidos a cirurgia de bypass teve melhor taxa de sobrevida em longo prazo do que aqueles que foram submetidos a um procedimento não-cirúrgico para melhorar o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, também chamado de revascularização.

    O National Institutes of Health-suportado estudo comparou um tipo de cirurgia conhecida como cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) com um procedimento não-cirúrgico conhecido como intervenção coronária percutânea (PCI). Embora não houvesse diferenças de sobrevida entre os dois grupos após um ano, depois de quatro anos, o grupo CRM teve uma mortalidade de 21 por cento menor.

    Investigador principal William Weintraub, MD, de Christiana Sistema Único de Saúde em Newark, Delaware, e seus colegas apresentarão estes achados na terça-feira, 27 de março, às 9 horas EDT, na American College of Cardiology reunião anual, em Chicago. Os resultados vão aparecer online hoje no New England Journal of Medicine e na edição impressa de 19 de abril. Dois trabalhos do companheiro que descrevem os modelos de previsão estatísticos utilizados para prever as taxas de sobrevivência a longo prazo também aparece na edição de hoje de impressão da Circulation.

    “Nos Estados Unidos, os cardiologistas executar mais de um milhão de procedimentos de revascularização por ano para abrir artérias obstruídas. Este estudo fornece abrangente, de grande escala, os dados nacionais para ajudar médicos e pacientes decidir entre estes dois tratamentos”, disse Susan B. Shurin, MD , diretor interino do Instituto Nacional do Coração do NIH, Pulmão e Sangue Instituto (NHLBI), que financiou o estudo.

    Resultados de pesquisas comparativas eficácia fornecer informações para ajudar os pacientes e os prestadores de cuidados de saúde decidir quais práticas são mais propensos a oferecer a melhor abordagem para um paciente em particular, estabelecer o calendário das intervenções deve ser, e a melhor configuração para prestação de cuidados.

    Na DC, também chamado de doença arterial coronariana, a placa se acumula no interior das artérias coronarianas que fornecem sangue ao músculo cardíaco. Ao longo do tempo, bloqueado ou reduzido fluxo de sangue ao músculo do coração pode ocorrer, resultando em dor no peito, batimentos cardíacos de ataque cardíaco, insuficiência cardíaca, ou errática. Cada ano, mais de meio milhão de americanos morrem por doença coronária.

    Em RM, ou cirurgia de bypass, o tipo mais comum de cirurgia de coração nos Estados Unidos, o fluxo de sangue ao músculo do coração é melhorada usando (“enxerto”) da artéria ou veia uma saudável de outra parte do corpo para ignorar o coronária bloqueada artéria.

    PCI é menos invasivo, o procedimento não-cirúrgico em que artérias obstruídas são abertos com um balão (também chamado de angioplastia). Um stent, ou tubo de malha pequena, é então geralmente colocado nas artérias abertos para permitir que o sangue para continuar a fluir para o músculo do coração.

    Com o apoio do NHLBI, o American College of Cardiology Foundation (ACCF) e da Sociedade de Cirurgiões Torácicos (STS) reuniram-se para comparar resultados de curto e longo prazo de sobrevivência após CRM versus PCI. Os investigadores ligados dados médicos disponíveis em sua ACCF e bancos de dados do STS com informações de acompanhamento na Análise Provider Medicare e banco de dados Análise dos Centros de Serviços Medicare e Medicaid.

    A articulação destes três conjuntos de dados de 644 hospitais dos Estados Unidos permitiu aos pesquisadores analisar as informações do banco de dados STS em 86,244 adultos mais velhos (idade média 74) com doença coronariana estável, que foram submetidos à RM entre 2004 e 2007 e 103.549 idosos (idade média 74), com doença coronariana estável a partir do ACCF banco de dados que foram submetidos a PCI entre 2004 e 2007. O seguimento variou de um a cinco anos, com uma média de 2,72 anos.

    Em um ano, não houve diferença na mortalidade entre os grupos (6,55 por cento para 6,24 por cento em relação PCI para revascularização do miocárdio). No entanto, em quatro anos, houve uma menor mortalidade com CRM do que com o PCI (16,41 por cento contra 20,80 por cento). Essa vantagem de sobrevida a longo prazo após revascularização miocárdica foi consistente em múltiplos subgrupos com base no sexo, idade, raça, diabetes, índice de massa corporal, história prévia de ataque cardíaco, o número de vasos coronários bloqueados, e outras características. Por exemplo, a insulino-dependente subgrupo diabetes que recebeu CRM tiveram uma possibilidade de 28 por cento de sobrevivência aumentada depois de quatro anos, em comparação com o grupo de PCI.

    “Esta colaboração de compartilhamento de dados entre o marco American College of Cardiology Foundation, a Sociedade de Cirurgiões Torácicos, eo Duque Instituto de Pesquisa Clínica permitiu aos pesquisadores realizar o mais completo do mundo real estudo observacional eficácia comparativa sobre o tema até o momento”, disse Michael Lauer, MD, diretor da Divisão de NHLBI de Ciências Cardiovasculares.

    Este projecto, a colaboração de Banco de Dados ACCF-STS sobre a eficácia comparativa de estratégias de revascularização (ASCERT) do estudo, foi apoiada por fundos designados eficácia comparativa de investigação da Lei de Recuperação e Reinvestimento. ASCERT envolveu 16 pesquisadores, dentre os cinco organizações colaboradoras: Christiana Centro de Atendimento à Pesquisa de Resultados, o ACCF em Washington, DC; STS em Chicago; Duke Clinical Research Institute, em Durham, NC, e perfundir Laboratories Núcleo angiográficos & Data Centro Coordenador, um organização sem fins lucrativos de pesquisa acadêmica em Boston.

    Para obter informações adicionais ou para agendar uma entrevista com um porta-voz do NHLBI, por favor contacte o NHLBI Office Communications em 301-496-4236 ou nhlbi_news@nhlbi.nih.gov . Para marcar uma entrevista com o Dr. Weintraub, entre em contato com Hiran Ratnayake no Sistema Único de Saúde Christiana em 302-327-3327 ouHRatnayake@ChristianaCare.org .

    Parte do National Institutes of Health, National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI) planeia, conduz e apoia a investigação relacionada com as causas, prevenção, diagnóstico e tratamento do coração, vasos sanguíneos, pulmões, e doenças do sangue; e distúrbios do sono. O Instituto também administra campanhas nacionais de educação de saúde em mulheres e doença cardíaca, peso saudável para as crianças, e outros tópicos. NHLBI press releases e outros materiais estão disponíveis on-line em www.nhlbi.nih.gov .

    Sobre o National Institutes of Health (NIH): NIH, órgão da nação pesquisa médica, inclui 27 institutos e centros e é um componente do departamento dos EUA Saúde e Serviços Humanos. NIH é a principal agência federal de conduzir e apoiar básica, clínica e translacional pesquisa médica, e está investigando as causas, tratamentos e curas para doenças comuns e raras. Para mais informação sobre NIH e seus programas, visite www.nih.gov .

    NIH … Turning descoberta em Saúde


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    DESASTRES NATURAIS QUADRIPLICARAM EM 40 ANOS

    DIA MUNDIAL DA METEOROLOGIA

    Desastres naturais quadruplicaram em 40 anos

    por LusaHoje

    Desastres naturais quadruplicaram em 40 anos

    A frequência de desastres naturais anuais quadruplicou no mundo entre a década de 1970 e 2010, indica uma nota do Instituto de Meteorologia (IM) para assinalar hoje o Dia Mundial da Meteorologia.

    As menos de 100 ocorrências por ano dispararam para mais de 450 em quatro décadas, enquanto os prejuízos subiram de 7,6 mil milhões de euros para mais de 60 mil milhões em cada ano, em todo o mundo, ainda de acordo com os dados do IM.

    Em 2005, quando o furacão “Katrina” atingiu a costa Oriental dos Estados Unidos, os prejuízos ultrapassam os 160 mil milhões de euros.

    Os especialistas admitem que o aumento possa ser “exacerbado pelas alterações climáticas, hoje reconhecidas como inequívocas” pelo Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas (IPCC na sigla em inglês).

    A subida da temperatura média do ar e dos oceanos são consequências dessa realidade, que implica a diminuição do gelo nos polos e a subida do nível médio da água do mar.

    “Portugal não escapa igualmente a fenómenos meteorológicos e climáticos extremos”, considera o IM, enunciando depois as inundações, os fogos florestais, as secas e as ondas de calor como as situações mais frequentes no país.

     

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    O BRASIL NEGRO DA TORTURA SEGUE SENDO REVELADO POR RELATOS DE AMOR E REVOLUÇÃO, COMO OS CONTIDOS NA CADERNETA DE NORBERTO

    Educação Política

    mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

    O BRASIL NEGRO DA TORTURA SEGUE SENDO REVELADO POR RELATOS DE AMOR E REVOLUÇÃO, COMO OS CONTIDOS NA CADERNETA DE NORBERTO

    Deixe um comentárioPublicado por  em 15 março, 2012
    Pelo direito à memória

    “O curso do amor verdadeiro nunca é suave”. É essa frase contida em Sonho de Uma Noite de Verão, peça de Shakespeare e também citada por Karl Marx, em O Capital que servia como uma espécie de código para o casal Norberto Nehring – então economista com 29 anos e professor da USP nos anos de 1970, além de militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN), e sua esposa, Maria Lygia Quartim de Moraes, atualmente professora titular de sociologia da Unicamp – se comunicar e ter a garantia de que realmente falavam entre si nos negros anos da Ditadura Militar no Brasil.

    É também essa frase que serve como fio narrativo de uma história de amor entre uma família e amor pelos ideias de revolução no sentido mais original que essa palavra possa ter, ou seja, o de mudança, sonho, utopia. História recuperada depois de 42 anos a partir de uma caderneta de anotações de Norberto e, particularmente, de uma carta de despedida escrita por ele em meados de abril de 1970, que foi lida em julgamento na Justiça Federal de São Paulo, na tarde de 1º de março de 2012, para decidir a validade de um recurso da União, condenada em primeira instância a pagar indenização por danos morais e materiais à mulher e à filha de Norberto.

    A caderneta serve hoje como testemunho da história e das circunstâncias durante muito tempo sombrias da morte de Norberto em pleno regime militar, além de evocar toda carga de memória, afetividade e perda que estão envolvidas nos episódios ligados à repressão e perseguição pela polícia da ditadura. É como se o passado se tornasse de repente mais vivo do que nunca, como se os anos não tivessem passado e as marcas duras da tortura persistissem ainda hoje.

    Durante muito tempo, a morte de Norberto em condições bastante suspeitas foi declarada oficialmente como sendo resultado de suicídio por enforcamento. No entanto, fez parte da luta de seus familiares e amigos mais próximos provar o contrário, que ele teria sido assassinado pela própria polícia da repressão e, a partir daí, lutar pela responsabilização do estado por sua morte e, acima de tudo, pela reabilitação da verdade.

    Verdade que a família decidiu buscar não só em nome da memória individual de Norberto, mas em nome de toda uma memória histórica e coletiva que, todos os dias, é esquecida quando a nação se nega a olhar para o próprio passado e arrancar também ela do fundo da gaveta as suas cadernetas vermelhas, amareladas pelo tempo, empoeiradas pela já quase anestesiada memória.

    Segue abaixo trecho do artigo de Flavio Lobo, publicado no caderno Aliás, do jornal O Estado de S.Paulo com trechos dos escritos de Norberto e mais detalhes da história:

    A caderneta de Norberto
    Guardada há 42 anos, a carta de um jovem professor da USP morto pela repressão ecoa nos tribunais e desnuda o Brasil da tortura
    Por Flavio Lobo

    Ela é pequena, leve e tem capa de plástico vermelho. No canto inferior direito da capa, a palavra “NOTE” ainda é fácil de reconhecer, apesar de a impressão ter esmaecido e de seu provável dourado original estar agora mais para o cobre. Na parte de dentro, 42 folhas de papel quadriculado, do tipo usado em cadernos de desenho, estão coladas numa folha de papelão não muito grosso, presa à capa. As duas primeiras páginas e as 70 últimas estão em branco (amarelado). Nas restantes, há mais de quatro décadas lê-se uma carta de despedida.

    Em algum lugar na cidade de São Paulo, em meados de abril de 1970, o economista Norberto Nehring, de 29 anos, abriu a caderneta, virou a primeira página e começou a escrever para a mulher e a filha:

    Ia e Marta,

    Minhas adoradas

    Cheguei num sábado aqui na terra e, tristeza, já estou frito. Frito!

    Norberto voltara ao Brasil havia poucos dias. Desembarcara no Aeroporto do Galeão, no Rio, com documentos falsos. O nome que constava nos papéis de identidade combinava com seus olhos claros e a ascendência germânica. Já a nacionalidade argentina poderia levantar suspeitas. Mas não foi a esse ponto fraco que Norberto atribuiu sua triste situação, pelo que relataria a seguir:

    Logo de cara dei com um conhecido da Pfizer, que arregalou os olhos. Isto deixou-me nervoso e também, por um anterior excesso de confiança, terminei por errar meu nome na portaria do hotel… Que besteira! Custou-me a vida.

    Militante da Aliança Libertadora Nacional, a ALN, grupo guerrilheiro que lutava para derrubar a ditadura militar e fazer a revolução socialista no País, Norberto sabia dos riscos que estava correndo. Vários de seus companheiros tinham sido mortos, entre eles o fundador e primeiro comandante da organização, Carlos Marighella. Outros estavam presos ou desaparecidos. Nos cárceres, as torturas eram brutais e sistemáticas.

    Norberto já tinha sido preso. Numa manhã de janeiro de 1969, policiais do Departamento de Ordem Política Social (Dops) cercaram a casa onde vivia com a mulher e o levaram. Nos dez dias que passou na carceragem, foi interrogado, sofreu ameaças, testemunhou torturas. Como seu grau de envolvimento com a guerrilha ainda não era de conhecimento do Dops, foi liberado para comparecer ao aniversário de 5 anos da filha. Só passou pela festa e fugiu. Logo foi para Cuba, onde iniciou treinamento militar com intenção de voltar ao combate no Brasil.

    Maria Lygia, a “Ia” da carta de despedida, foi com a filha Marta para Cuba, encontrar Norberto. Técnico em química e graduado em economia pela USP, ele até foi convidado a permanecer na ilha trabalhando com petróleo. Mesmo ciente de que o precário treinamento militar que recebia por lá não seria muito útil no Brasil, ainda assim manteve a decisão de retornar ao País. Norberto, que antes de ser preso dava aulas na USP, acreditava que poderia semear a revolução fazendo trabalho de base, conscientizando trabalhadores e estudantes, articulando a luta política. Ao chegar, viu que seus planos dificilmente vingariam. (Texto completo)

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    ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO BRASILEIRODECLARAÇÃO DE MACEIÓ

                                                                                
                                   TURMAS 
                  OLHA AI…GEEENTEEE!!!
                                                                 ( MAIS ADESÕES)
                                
           O TRABALHO HERCÚLEO QUE VAMOS DAR PARA O MINI-MINISTRO,
                                           MEGALONANICO
                                                 
                                      AMORIM-GA 
                                             
          PARA COM ISSO AMORIM…           MILICO…DÁ TEU NOME PARA O GRENHALCH …
                                      VAIS  SER PUNIDO, POR SER PATRIOTA E POR DEFENDER A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA…
                                                                                     GRENHALCH             
                        JÁ NÃO GUENTO MAIS    CONTAR ESSAS ADESÕES…
                                                                                 
                                      -AMORIM, É  MELHOR EU FICAR SÓ COM AS INDENIZAÇÕES DA BOLSA DITADURA…PORRA!!!
                    AVANTE!                                  R/2           
    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
      
    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX   
    DECLARAÇÃO DE MACEIÓ
     
                                                    Ementa: o importante papel dos Oficiais da Reserva das Forças
                                                               Armadas, presentes em todos os segmentos da sociedade
                                                                     nacional.  Fidelidade ao incondicional juramento de defesa
                                                                     da Pátria.  Repúdio às tentativas de enfraquecimento das
                                                                     Forças Armadas.    Atuação, em todos os níveis, visando
                                                                  o soerguimento ético e moral da sociedade. Aglutinação,
                                                                     organização e formação de lideranças nos diversos setores
                                                                    da Reserva. 
     
     
                  Os signatários deste documento, presidentes – ou representantes – das Associações de Oficiais da Reserva filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, reunidos no 13º Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército – 13º ENOREX no período de 10 a 15 de outubro de 2011, na cidade de Maceió, Estado de Alagoas, invocando a paz e a proteção divina para o Brasil, lavram e subscrevem, como inalienável compromisso de honra para com a nação brasileira, o presente manifesto, denominado DECLARAÇÃO DE MACEIÓ, onde expressam um conjunto de INTENÇÕES, POSICIONAMENTOS E CONCEITOS na forma dos ideários a seguir relacionados:
     
    1 - REITERAM ser o território brasileiro uno, indivisível e intocável, e se declaram, como cidadãos integrantes da Reserva do Exército, dispostos, se necessário,e em qualquer circunstância, a assim mantê-lo e defendê-lo obstinadamente – e às suas riquezas, ombro a ombro com os integrantes da Ativa das Forças Armadas do Brasil, sempre que convocados para a garantia dos poderes constitucionais, da lei, da ordem e da soberania do Estado Brasileiro.
    2 - DEFENDEM que as Forças Armadas são a expressão natural do Poder Nacional, guardiães incondicionais dos princípios e valores que forjaram a nacionalidade, defensoras intransigentes da soberania nacional, da verdadeira democracia, do civismo e da igualdade social, sem preconceitos de qualquer natureza, posto que ensejam em si a mais pura e plena representação do povo brasileiro.
    3 - DECLARAM os signatários e seus representados que, como cidadãos atentos à complexidade e gravidade da atual conjuntura, pautarão sua conduta no exercício das diversas atividades e ocupações civis nos princípios basilares da Ética, da Moral, da Justiça e do respeito à Lei, em busca do engrandecimento nacional.
     
    4 - REAFIRMAM sua inquebrantável vocação de patriotas, nos quais, numa simbiose perfeita, se mesclam os valores do soldado e os ideais do cidadão. Como Oficiais da Reserva, são testemunhas de que na caserna se pratica a nacionalidade em toda a sua pujança. Como civis, denunciam, com repúdio, as tentativas, subliminares ou explícitas, de degradação da sociedade brasileira em benefício da conquista e manutenção do poder, do sucesso rápido, do lucro fácil, da vitória a qualquer preço, onde nefastamente os fins sempre justificam os meios.
     
    5 - RENOVAM, como Oficiais da Reserva, o acatamento aos atributos, princípios e valores assimilados na vida castrense, ao mesmo tempo em que CONFIRMAM o sagrado juramento do aspirantado de defender a Pátria, ainda que com o sacrifício da própria vida.
     
    6 - ENFATIZAM que atuam na sociedade como formadores de opinião, integrando um relevante segmento organizado constituído pelas Associações de Oficiais da Reserva de todo o país, tendo como órgão central e normativo o Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, elo entre as entidades a ele filiadas e o Exército Brasileiro.
     
    7 - LOUVAM, como herdeiros cívicos, os ideais do Tenente-Coronel Luiz de Araújo Correia Lima, patrono dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva do Exército e encontram na figura do bravo Major R/2 Apollo Miguel Rezk, um dos maiores heróis da Força Expedicionária Brasileira, a comprovação plena e irretorquível da importância e do valor do Corpo de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, não só no passado como no presente e, quiçá, no futuro, face ao cenário onde se vislumbram possibilidades reais de afrontas à soberania nacional.
     
    8 - COMBATEM, intransigentemente, a corrupção – ativa e passiva – que assola importante parcela do poder nacional. A sociedade brasileira, entre decepcionada e revoltada, assiste diuturnamente, os escabrosos noticiários de malversação e desvios de recursos do Estado por parte de agentes públicos, bem como de ilícitos praticados por autoridades das três instâncias federativas. Os verdadeiros brasileiros, aqueles que defendem os princípios éticos e morais que forjaram a nossa pátria, unidos, haverão de atuar para que a impunidade não continue a proteger os maus cidadãos e que o braço forte da Lei se faça presente.   
     
    9 - REPUDIAM as insidiosas e frustradas tentativas dos inimigos da democracia de denegrir a imagem das nossas Forças Armadas. O povo do nosso país jamais dará guarida a esses procedimentos impatrióticos. Os militares brasileiros, coesos em torno de seus Chefes no cumprimento das missões constitucionais que lhe são relativas, permanecem em primeiro lugar nas pesquisas de confiabilidade nacional. Os herdeiros de Tamandaré, Caxias e Eduardo Gomes integram a Marinha, o Exército e a Aeronáutica, instituições permanentes cujas vocações de ONTEM são as mesmas de HOJE e de SEMPRE.
     
    10 - EXPRESSAM, finalmente, as lideranças que ora subscrevem este documento, a sua inquebrantável disposição de pugnar por um país forte, desenvolvido, democrático e soberano, onde os brasileiros, sem distinções, possam conviver em paz, com fraternidade, progresso e justiça social.
     
    Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2012
     
    Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art – CPOR/RJ – Tu 1961
    Presidente do CNOR
     
       
    PELAS ENTIDADES FILIADAS
     
    1 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/ALAGOAS   
             Presidente: 2º Ten R/2 Inf André Sahaj Lobo Monteiro
     
    2 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – ABORE/SÃO PAULO
           Presidente: 1º Ten R/2 Inf Aniz Buíssa
     
    3 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO BRASILEIRO – AOR – EB
           Presidente: 2º Ten R/2 Eng Fernando Gonçalves Castelo Branco
     
    4 – ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DO CPOR/RECIFE
           Presidente: 2º Ten R/2 Eng Luciano Faro Cassundé
     
    5 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/RIO DE JANEIRO
           Presidente: 2º Ten R/2 Mat Bel Ruyberto Silva de Oliveira 

    6 – ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/DISTRITO FEDERAL
           Presidente: 2º Ten R/2 Inf Rômulo Jorge de Melo Nogueira
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    7 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/PETRÓPOLIS
            Presidente: 2º Ten R/2 Inf Antônio Jorge de Azevedo Clavery
    8 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2, EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DE NATAL – AORN
            Presidente: 2º Ten R/2 Inf Elisiário Ferreira Lima Júnior 

     9 – ASSOCIAÇÃO MATO-GR0SSENSE DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AMORE
            Presidente: 2º Ten R/2 Art Newton da Silva Arruda
     
     
     
    10 – ASSOCIAÇÂO DOS OFICIAIS DA RESERVA DE PONTA GROSSA – AORPG – PARANÁ
            Presidente: 1º Ten R/2 Inf Orlando Frizanco
     
    11 - ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DO 9º BIMTz – PELOTAS – RGS
     
            Presidente: 2º Ten R/2 Inf  Marco Antonio Almeida Tavares Gravato
    12 – ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – APORE
     
            Presidente: 1º Ten R/2 Cav Hamilton Madruga Espínola Guedes 

     13 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/JUIZ DE FORA
            Presidente: 2º Ten R/2 Art Mauro Lúcio Pires    
       
     14 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/BELÉM
            Presidente: 2º Ten R/2 Inf Paulo Roberto Bastos de Almeida
                                  
    15 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/BAHIA
     
             Presidente: 1º Ten R/2 Inf Adriano Mota Gallo
     
    16 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DA AMAZÔNIA – AORA
     
             Presidente: 1º Ten R/2 Inf Fabiano de Souza Fabrício Júnior
     
    17 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/MTS
     
            Presidente: 1º Ten R/2 Dent Inácio Guitte Melges
     
    18 – ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO – AORE/CURITIBA
     
    This email address is being protected from spam bots, you need Javascript enabled to view it        Presidente: 2º Ten  R/2 Inf  Marcos Antonio Martins de Lima
     
    PELAS ENTIDADES COLABORADORAS
     
                                                                                                                   
     1 – CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO DEFENSIVO – CBTD
             Presidente: 1° Ten R/2 Inf Sérgio Marcos Bitencourt Silveira
          
     
      2 – CREDIÁRIO E CONSULTORIA LTDA
             Presidente: 1º Ten R/2 Eng  Moacir Carlos Muzzi  Machado
     
                   “Patriotismo, União, Lealdade, Trabalho – Assim Atua a Reserva Atenta e Forte”
     
     
                                                
                      



    Não é porque as coisas são difíceis que não ousamos fazer.
    É porque não ousamos fazer que as coisas são difíceis.
    SÊNECA.
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    SOBRE O CONSUMO DE ENRGIA

    Notícias da CPSC

    EUA Consumer Product Safety Commission

    Assessoria de Comunicação Washington, DC

    PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA
    01 de março de 2012
    Release # 12-124 Lembre-se empresa Hotline: (800) 420-7511
    CPSC recall Hotline: (800) 638-2772
    Contato CPSC Media: (301) 504-7908
    Night Lights LED Lembrado por AmerTac Devido ao incêndio e queimaduras de Perigos

    WASHINGTON, DC – O Consumer Product Safety Commission EUA, em cooperação com a empresa abaixo indicadas, anunciou hoje um recall voluntário da seguinte consumidor produto. Os consumidores devem parar de utilizar produtos retirados imediatamente salvo instruções. É ilegal vender ou tentar vender um produto de consumo em recall.

    Nome do produto: Night Light LED

    Unidades: Cerca de 227.000

    Importador: Tack americano & Hardware Co. Inc. (AmerTac), de Saddle River, NJ

    Hazard: Um curto-circuito na luz da noite pode causar um superaquecimento e arder ou derreter, colocando fogo e queimar os perigos para os consumidores.

    Incidentes / Lesões: AmerTac recebeu 25 relatos de fumar luzes à noite, queimando, derretendo e carbonização. Nenhum ferimento foi relatado.

    Descrição: Três luzes da noite AmerTac estão incluídas no recall. Cada um tem um nome de modelo e dois números de modelo. O nome do modelo e um número de modelo secundário aparecem apenas na embalagem. O número de modelo de base aparece na parte de trás da luz noite. As luzes da noite são retangulares, cerca de 2-3/16 polegadas de altura, 3-1/2 polegadas de largura e 1-1/4 polegadas de profundidade. As caixas de frente para cada são ou plástico branco ou de níquel-colorido com quatro aberturas horizontais e um sensor de luz redondo acima do respiradouro de topo. As costas das luzes da noite são de plástico cinza com o logotipo AmerTac ™, o número do modelo básico, “SY” código de identificação e “ETL” moldado dentro deles. Somente modelos que ostentam “SY” na parte traseira estão incluídas no recall. As luzes da noite a seguir estão incluídas no recall:

    Nome do modelo em Embalagens Número de modelo de embalagem Número de modelo na Night Light
    Amerelle 71190 71190 ou 71190A
    Amertac 327895
    Noções básicas diárias 076092
    Vendido em: lojas de ferragens, home centers e salas de exposições de iluminação de março de 2009 a outubro de 2010 para cerca de US $ 6.

    Fabricado em: China.

    Solução: Os consumidores devem parar imediatamente de usar as luzes da noite retirados, removê-los das tomadas de parede e entre em contato com a empresa para obter instruções sobre receber o reembolso integral.

    Contato do Consumidor: Para obter informações adicionais, entre em contato AmerTac em (800) 420-7511 entre 8 am e 5 pm CT segunda a sexta-feira, ou visite o website da AmerTac em www.recall-center.com ou www.amertac.com

    Os EUA Consumer Product Safety Commission (CPSC) ainda está interessado em receber incidentes ou danos relatórios que estão diretamente relacionados a este recall do produto ou que envolvam um risco diferente, com o mesmo produto. Por favor, informe-nos sobre sua experiência com o produto em www.saferproducts.gov

    CPSC está encarregado de proteger o público de riscos excessivos de lesão ou morte associados ao uso dos milhares de produtos de consumo sob jurisdição do órgão. As mortes, ferimentos e danos materiais decorrentes de incidentes com produtos de consumo custou à nação mais de US $ 900 bilhões anualmente. CPSC está empenhado em proteger os consumidores e as famílias de produtos que representem um incêndio, química, elétrica, mecânica ou perigo. Trabalho CPSC para garantir a segurança dos produtos de consumo – como brinquedos, berços, ferramentas eléctricas, isqueiros, e produtos químicos domésticos – contribuiu para um declínio na taxa de mortes e ferimentos associados a produtos de consumo nos últimos 30 anos.

    Sob a lei federal, é ilegal para tentar vender ou revender este ou qualquer outro produto recolhido.

    Para relatar um produto perigoso ou uma lesão relacionada com o produto, ir em linha: www.saferproducts.gov , Hotline chamada CPSC em (800) 638-2772 ou no teletipo (800) 638-8270 para os deficientes auditivos. Os consumidores podem obter essa informação à imprensa e informações sobre o produto segurança no www.cpsc.gov . Para participar de uma lista de assinatura gratuita de e-mail, por favor, vá para https://www.cpsc.gov/cpsclist.aspx .
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